Corridas de rua: Federação Estadual de Atletismo do RJ defende regras mais rígidas após morte de homem na Maratona de Niterói
Destaques08/10/2026 às 08:30
]]> Empresário Jair Vieira, conhecido como Juninho, morreu após participar da Maratona de Niterói Reprodução/ redes sociais A morte do empresário Jair Vieira Junior, que foi a óbito após passar mal na 5ª Maratona de Niterói, no dia 27 de setembro, acendeu um alerta para participantes, organizadores de corrida de rua e para a Federação Estadual do Rio de Atletismo. O empresário, conhecido como Juninho, tinha 53 anos e faleceu logo após participar da maratona. Ele chegou a completar os 42 quilômetros da prova e recebeu a medalha ao final da corrida, quando começou a apresentar um mal-estar. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Segundo relatos de pessoas próximas, ele seguiu acompanhado até o posto médico montado para o evento, onde recebeu os primeiros atendimentos. Posteriormente, foi encaminhado ao Hospital Municipal Carlos Tortelly, no Centro de Niterói, mas não resistiu. Treinadores ouvidos pelo g1 defendem que provas com mais de 15 quilômetros exijam índices dos participantes. Eles também fazem um alerta para que os participantes tenham consciência de suas condições físicas e técnicas no ato da inscrição. "Provas com mais de 15 quilômetros deveriam exigir o índice do corredor. Isso é já um filtro importante. É claro que qualquer pessoa pode passar mal, mesmo com índice e bem treinado, mas as chances são bem maiores para quem não está preparado. A maratona tem 42 quilômetros, com uma enormidade de pessoas sem preparo para participar", comentou Wallace Barbosa, professor de educação física e treinador. Rock Run: Rock in Rio realiza corrida de rua na edição de 2028 O treinador André Guilherme também é a favor do índice para provas de longas distâncias. Ele disse que a prioridade deve ser sempre a segurança do participante. "A Corrida da Ponte exige índice, as outras provas longas deveriam exigir também. Priorizo sempre a segurança do corredor. É importante que a pessoa conheça seus limites e entenda que é preciso ter treinamento para correr, mesmo que seja pouca distância. E o papel do treinador é saber orientar corretamente essa pessoa. Se ela não tiver apta, não tem que correr". Luana Cabral, professora de educação física e corredora, conta…
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