Corredores encaram Integração para cuidar da saúde e ensinar lições às futuras gerações
esportes21/09/2026 às 11:00
]]> O Kartódromo da Lagoa do Taquaral, em Campinas, é o lugar onde o desejo de mudança ganha ritmo. É ali que centenas de praticantes se reúnem semanalmente para alinhar a passada, testar os limites e se preparar para o evento mais aguardado do calendário esportivo da região. Corrida Integração Campinas 2026: veja datas e como se inscrever Na edição deste ano da Corrida Integração, duas trajetórias cruzadas na pista simbolizam essa rotina de dedicação: Vinícius e Júlia, dois corredores amadores prestes a encarar a meia maratona de 21 km. + CLIQUE AQUI e veja a página especial da Corrida Integração A relação de Vinícius com a prova vem de anos. Ele estreou em 2019, nos 10 km, e desde então alimentava o sonho da meia maratona. Após precisar adiar os planos no ano passado, ele colocou os 21 km como meta inegociável. Para além das marcas no relógio, a corrida tornou-se a sua principal aliada na busca pelo equilíbrio e pela saúde. - Eu sempre luto contra a balança, gosto de comer bem. A gente vê que a corrida é o melhor caminho para perder peso e manter a saúde em dia. Foi assim que comecei e não parei mais. Vinicius vai correr os 21km da Integração pela primeira vez Reprodução EPTV Se para Vinícius a corrida exigiu tempo e dedicação, para Júlia a evolução veio em ritmo acelerado. Ela começou este ano, disputou cinco provas curtas e decidiu que o sexto desafio da carreira seria a Integração. O ponto de virada para entrar no esporte não nasceu de um objetivo estético, mas do impacto de uma perda dolorosa. - Eu comecei a correr por conta de uma perda pessoal. Perdi um amigo muito jovem e entendi que precisava cuidar de mim, até porque tenho dois filhos. As mães vão me entender: a gente se desdobra em mil para conseguir treinar, manter horários, dormir cedo e comer bem sem deixar a rotina da casa de lado. A Integração será o meu maior desafio. Júlia começou a participar de corridas de rua em 2026 Reprodução EPTV Mais do que cruzar o portal de chegada com a medalha no peito, o grande troféu de Júlia é o exemplo de resiliência que constrói diariamente no asfalto e leva para dentro de casa. - Eu morreria pelos meus filhos, mas o que mais pega para mim é o quanto eu quero…
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