Corinthians atrasa parcelas de acordo com a União e pode perder redução de dívida bilionária
esportes24/09/2026 às 18:20
]]> Corinthians convive com dificuldade no ataque e tem zagueiro como vice-artilheiro em 2026 A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) notificou o Corinthians pela inadimplência de três parcelas da transação tributária que reduziu uma dívida de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões. O acordo pode ser rescindido se não houver regularização. Os valores atrasados somam R$ 20,494 milhões. + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp A gestão Osmar Stabile não pagou as três últimas parcelas do acordo celebrado no início do ano, que renegociou dívidas com a União acumuladas ao longo de duas décadas. O clube pagou as quatro prestações de fevereiro a maio, mas não as de junho, julho e agosto. O contrato com a PGFN prevê que a "falta de pagamento de três parcelas consecutivas ou alternadas" é hipótese de rescisão do acordo. Osmar Stabile, presidente do Corinthians Marcos Ribolli Mais notícias do Corinthians: + Em recuperação, quarteto volta ao CT antes do elenco + Zagueiro vice-artilheiro e Memphis em baixa: marcas expõem problema ofensivo Como o Corinthians deixou de pagar as parcelas, a PGFN notificou o clube em 14 de agosto "para regularização, sob pena de rescisão da transação", segundo informou a assessoria de imprensa do órgão ao ge. A PGFN é responsável por representar a União em causas fiscais e fazer a cobrança (judicial e administrativa) de dívidas como impostos não pagos e débitos com o INSS, além de assessorar o Ministério da Fazenda. Internamente, a diretoria diz estar trabalhando para regularizar as pendências. A próxima parcela do acordo vence no dia 30 deste mês. Procurado pelo ge, o Corinthians não se posicionou até a publicação desta reportagem. Modo prime na Seleção! Matheuzinho, do Corinthians, monta academia em casa Na conta de débitos não previdenciários, cada uma das parcelas é de R$ 4.829.616,18. Como o Corinthians não pagou três delas, o total em atraso é de R$ 14.488.848,54. São 120 parcelas ao todo. Nos débitos previdenciários, cada uma das 60 parcelas é de R$ 2.001.982,48, totalizando R$ 6.005.947,44 em atraso. Os valores das parcelas são corrigidos pela Selic, a taxa básica de juros do Brasil. Clássicos e jogos de seis pontos: veja sequência…
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