Contas públicas têm déficit de R$ 5,5 bilhões em setembro; dívida soma 82,9% do PIB, maior nível em cinco anos e meio
Destaques29/10/2026 às 17:11
]]> As contas do setor público consolidado apresentaram um déficit primário de R$ 5,5 bilhões em setembro, informou o Banco Central (BC) nesta quinta-feira (29). 🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se o contrário acontece, o resultado é de superávit primário. 🔎 O resultado não leva em conta o pagamento dos juros da dívida pública, e abrange o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais. Na comparação com setembro do ano passado, houve melhora, uma vez que foi registrado um saldo negativo de R$ 17,5 bilhões naquele mês. Agora no g1 ➡️ O endividamento do setor público, por sua vez, ficou estável continuou em 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no mês passado — veja mais abaixo nessa reportagem. Veja abaixo o desempenho das contas em setembro deste ano: governo federal registrou saldo positivo de R$ 3,5 bilhões; estados e municípios tiveram saldo deficitário de R$ 5,6 bilhões; empresas estatais apresentaram déficit de R$ 3,4 bilhões. Dinheiro, real, economia, salário mínimo, pagamento, PIB, reais, auxílio, notas, dívidas, contas, endividamento Natalia Filippin/G1 Parcial do ano No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas públicas registraram um déficit primário de R$ 94,3 bilhões — o equivalente a 0,93% do Produto Interno Bruto (PIB). Com isso, houve piora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo negativo de R$ 79,2 bilhões (0,84% do PIB). No caso somente do governo federal, o resultado ficou negativo em R$ 93,6 bilhões na parcial deste ano, informou o BC, contra um déficit de R$ 99,6 bilhões nos nove primeiros meses de 2025. Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo negativo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões. De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central. Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões O texto, no entanto, permite que o governo retire desse…
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