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Contaminação da praia de São Tomé de Paripe por Nitrato e Cobre completa quase nove meses sem solução; confira cronologia

Destaques 04/11/2026 às 03:00
Contaminação da praia de São Tomé de Paripe por Nitrato e Cobre completa quase nove meses sem solução; confira cronologia
]]> Pescadores e marisqueiras protestam em São Tomé de Paripe A contaminação da praia de São Tomé de Paripe, no Subúrbio de Salvador, por Nitrato e Cobre, completa nove meses neste mês, sem solução. Conforme apurou a TV Bahia, a praia segue interditada para banho, porém sem placas de aviso e nem barreiras. Trabalhadores que costumavam atuar na região também continuam afastados dos seus postos. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia O caso envolve as empresas Gerdau e Intermarítima, após um vazamento de substâncias durante uma operação de transporte de materiais no terminal marítimo da região. Análises do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) identificaram a presença de substâncias contaminantes. O instituto constatou que a contaminação partiu do Terminal Itapuã, que faz operações de estocagem e movimentação de granéis sólidos. Antes da interrupção, o terminal era operado pela empresa Intermarítima, mas por 30 anos a Gerdau administrou a operação. O Inema atribuiu a responsabilidade às duas companhias No mês de junho, o Governo Federal reconheceu a situação de emergência em Salvador em decorrência da contaminação química registrada. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por meio de portaria assinada pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil. Em agosto, a Prefeitura de Salvador prorrogou por mais 90 dias a situação de emergência na região. A decisão considerou a permanência dos impactos sociais e ambientais provocados pelas substâncias químicas. A situação também levou a Justiça Federal a determinar o bloqueio de aproximadamente R$ 387,6 milhões em bens das empresas investigadas. Em junho, o Inema já havia aplicado multas de R$ 20 milhões à Intermarítima e de R$ 50 milhões à Gerdau. Segundo o órgão, as duas empresas contribuíram para o cenário de contaminação. A Intermarítima, no entanto, afirma que não movimenta cargas relacionadas às substâncias encontradas na praia. Moradores cobram indenizações Nesta quinta-feira (3), moradores, pescadores e marisqueiros realizaram uma manifestação na altura da Base Naval, em São Tomé de Paripe. O grupo…
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