Contador preso suspeito de desviar R$ 1,6 mi de empresa em MG apostava em bets para tentar cobrir rombo, diz polícia
Destaques09/10/2026 às 03:00
]]> Contador preso suspeito de desviar R$ 1,6 mi de empresa em MG apostava em bets O homem de 29 anos que foi preso na manhã desta quinta-feira (8) suspeito de desviar cerca de R$ 1,6 milhão de uma fabricante de produtos para gastronomia e panificação de Pouso Alegre (MG) trabalhava como contador da empresa e transferia valores para a própria conta bancária para realizar apostas esportivas. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram De acordo com as investigações da Polícia Civil, o funcionário, que atuava na empresa havia 10 anos, aproveitou o acesso ao setor financeiro para retirar recursos da conta do estabelecimento. Em um período de três meses, cerca de R$ 1,6 milhão foram desviados. O caso foi denunciado à Polícia Civil no dia 30 de setembro e, durante as investigações, o suspeito admitiu ter utilizado os valores em plataformas de apostas. "Ele afirmou que esse valor realmente foi subtraído de três meses para cá em razão de dívida de jogo de bets. Ele é viciado, ele se confessa doente, que frequenta psiquiatra e psicólogo e ele joga na Bet sem o conhecimento da família e perdeu todo esse dinheiro", disse o delegado regional Renato Gavião. "Eu questionei, mas como conseguiu perder 1 milhão e 680 mil reais? Porque é muita coisa. Ele falou que ele jogava, daí ele perdia, daí ele pegava dinheiro da empresa, jogava para a conta dele, jogava na Bet com a intenção de ganhar, restituir para a empresa e cobrir o rombo", disse o delegado. Contador preso suspeito de desviar R$ 1,6 mi de empresa em MG apostava em bets para tentar cobrir rombo, diz polícia Reprodução / EPTV Segundo a Polícia Civil, o esquema consistia na transferência dos valores da conta da empresa para a conta pessoal do contador. A intenção, conforme relatado por ele aos investigadores, era recuperar nas apostas o dinheiro perdido anteriormente e devolver os recursos à empresa. Ainda de acordo com a polícia, o suspeito continuou praticando fraudes mesmo após ser demitido. As investigações apontam que ele criou uma chave Pix utilizando um e-mail da empresa e passou a entrar em contato com clientes para solicitar transferências. Uma segunda vítima também procurou a Polícia Civil. Trata-se de uma…
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