← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Conselhos tutelares de Salvador atenderam mais de mil casos de violação de direitos de crianças enviados por escolas em 2025

inicio 21/09/2026 às 07:00
Conselhos tutelares de Salvador atenderam mais de mil casos de violação de direitos de crianças enviados por escolas em 2025
]]> Conselhos tutelares de Salvador atenderam 1,3 mil casos de violação de direitos de crianças em 2025 Ricardo Wolffenbüttel/Udesc Os Conselhos Tutelares de Salvador atenderam 1.376 situações de ameaça ou violação de direito de crianças e adolescentes encaminhadas por unidades escolares em 2025. Os dados, fornecidos ao g1 pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDA), demonstram a importância do ambiente escolar como "ponte" que liga as autoridades a crianças e adolescentes vítimas de violência. Há cerca de duas semanas, uma mulher foi resgatada do cárcere privado após o filho dela, de 7 anos, entregar bilhetes com pedidos de socorro a uma professora da escola, em Gongogi, no sul da Bahia. O caso exemplifica como a ação rápida dos profissionais de unidades de ensino pode ajudar a evitar desdobramentos mais dramáticos em situações de violência. A presidente do CMDA, Dinsjani Pereira dos Santos, detalhou que os atendimentos realizados pelo Conselho Tutelar não significam necessariamente casos de violência. Nos dados são contabilizadas ocorrências que variam desde a falta de assiduidade de um aluno até suspeitas de maus-tratos ou violência física, psicológica e até sexual. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Ainda assim, o número de ocorrências em que a intervenção para garantia dos direitos de crianças e adolescentes foi necessária revela a posição privilegiada ocupada pelas escolas neste tipo de situação. Mulher é resgatada de cárcere após pedir para filho entregar bilhetes com nota de socorro O contato com casos como o de Gongogi faz parte do dia a dia dos profissionais da educação. Ao g1, a professora Déborah Irineu, que atua no Colégio de Tempo Integral Ministro Aliomar Baleeiro (Cetimab), no bairro de Pernambués, detalha que perceber comportamentos incomuns nas crianças e adolescentes e até receber confissões espontâneas são comuns na rotina do docente. "Professor não tem que investigar nada, eu não sou formada para investigar. Mas a gente tem uma capacidade de perceber, de acolher, de não julgar, de registrar e acionar corretamente essa rede de proteção". A profissional, que também é diretora da APLB Sindicato e…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial