Como fé em Nossa Senhora Aparecida ajudou mãe a lidar com convulsões da filha com síndrome rara
Destaques12/10/2026 às 06:03
]]> Mãe conta como fé em Nossa Senhora controlou síndrome rara da filha O dia de Nossa Senhora Aparecida tem um significado especial para a família de Rosana Almeida. Isso porque foi nesta data, em 2002, que a filha, Lívia Almeida, teve a última convulsão. Antes disso, a menina, então com 2 anos, chegou a convulsionar 100 vezes por dia. "Eu creio na intercessão. Eu tenho fé e ela move montanhas, e é verdade". Lívia, atualmente com 26 anos, foi diagnosticada ainda criança com síndrome de West, uma forma rara e grave de encefalopatia epiléptica e do desenvolvimento que afeta bebês. Ela também tem autismo nível 3 e precisa de apoio em atividades cotidianas. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Mas até descobrir o que, de fato, acontecia com a menina, a família, que é de Juiz de Fora (MG), percorreu um caminho longo, que envolveu fé e esperança. Foi no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) que a história de Lívia começou a mudar. Durante as viagens a Ribeirão Preto para o tratamento da filha, Rosana e o marido passavam pela Basílica de Nossa Senhora Aparecida e ela fazia questão de entrar no santuário e deixar pedidos pela recuperação de Lívia. "Eu falei com o meu marido, 'vamos entrar, vamos entrar lá'. Eu lembro que eu escrevi meu pedido e botei lá na caixinha. Pedi que Nossa Senhora pedisse a Jesus que mostrasse aos médicos da Livinha um tratamento para ela". Na época, Lívia ainda precisava de ajuda para se locomover e Rosana conta que, durante as visitas, imaginava o dia em que a filha conseguiria subir a rampa da basílica andando. "Toda viagem que a gente fazia para Ribeirão Preto, eu continuava passando por esse caminho e eu entrava lá e cada vez a Livia estava melhor. E eu falei 'um dia ela vai entrar andando aqui'. E ela entrou andando, subiu aquela rampa". Para Rosana, a fé teve um papel importante durante o período de incertezas e sofrimento. Mas ela faz questão de dizer que não considera a experiência da filha um sinal de que outras famílias seriam menos merecedoras. "Não que a minha filha seja mais merecedora, mas aquele momento era o dela poder mostrar alguma coisa para a gente, para poder ajudar outras crianças".…
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