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Com helicóptero da Guerra do Vietnã e caças das Malvinas, colecionador prepara museu de aeronaves militares no RS

Destaques 01/11/2026 às 04:00
Com helicóptero da Guerra do Vietnã e caças das Malvinas, colecionador prepara museu de aeronaves militares no RS
]]> Com helicóptero do Vietnã e caça das Malvinas, colecionador vai abrir museu no RS Um colecionador está restaurando 46 aeronaves militares em uma oficina localizada no bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre. O acervo, composto por aviões e helicópteros comprados em leilões, está sendo preparado para integrar um museu com abertura prevista para este ano na capital gaúcha. As aeronaves foram adquiridas de instituições como a Força Aérea Brasileira (FAB), a Marinha e de outros colecionadores. Entre os itens da coleção, há um helicóptero modelo H-1H, fabricado nos Estados Unidos e utilizado na Guerra do Vietnã. A fuselagem da aeronave ainda preserva marcas dos combates. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp "Ele foi amplamente difundido na Guerra do Vietnã. Foi usado como 'faz tudo' do Vietnã, tratorzão voador, fazia transporte de tropa, transporte de munição, incursão pelo ar, fazia lançamento de medicamentos, munições, resgate, aeromédico", explica o restaurador e colecionador Luciano Schneider, presidente da Associação Cultural de Preservação Patrimônio Histórico Militar. A oficina também abriga duas aeronaves modelo P-95 que participaram da Guerra das Malvinas, conflito entre Argentina e Inglaterra ocorrido entre abril e junho de 1982. "Tenho o histórico delas, até a época que foram cedidas para a armada argentina para fazer a patrulha marítima durante a guerra", afirma Luciano. Colecionador reúne 46 aeronaves militares para abrir museu em Porto Alegre Outro destaque do acervo é um caça F-5 que sofreu um acidente no dia 5 de julho de 2016. Durante um sobrevoo na Base Aérea de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o trem de pouso apresentou falha. O piloto e o copiloto consumiram todo o combustível, ejetaram-se e sobreviveram. A aeronave caiu em uma área de campo, preservando a maior parte da estrutura. Por ser considerado armamento, o F-5 precisou ser cortado em pedaços após a compra no leilão para ser transportado por via terrestre até o Rio Grande do Sul. "A gente acabou soldando as partes dele e colocando tudo de volta no lugar. Então a gente faz um trabalho de chapeação e pintura veicular", diz o colecionador. O trabalho de recuperação…
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