Circunstâncias da morte de Epstein são mais compatíveis com luta corporal do que com suicídio, diz respeitado patologista
Rio de Janeiro08/10/2026 às 14:29
]]> Arquivos da autópsia do magnata Jeffrey Epstein indicam que as circunstâncias da sua morte são mais compatíveis com luta corporal do que com suicídio, afirmou um respeitado patologista forense ao "Metro" após analisar as provas do caso. Simon Andriesz: homem que revelou supostas ligações entre Epstein e secretário de Comércio dos EUA é encontrado morto 'Grave erro': Bill Gates revela os nomes de amantes russas, que foram alvo de 'chantagem' de Epstein 'Você vai amá-la': modelo desaparecida desde 2015 é listada nos arquivos do caso Jeffrey Epstein Michael Freeman, membro do Royal College of Pathologists de Londres (Inglaterra), publicará um relatório independente sobre a morte do falecido financista, após ter recebido o dossiê completo do médico legista das mãos de Mark, irmão de Epstein. O estudo será apresentado em novembro. Antes, porém, Freeman antecipou que a conclusão de suicídio é "problemática". Ele apontou "provas" como marcas de unhas que, supostamente, indicavam que Epstein tentou remover a ligadura durante uma "possível luta" ou agressão. "Há muitos aspectos que não se explicam por um enforcamento suicida, mas que são compatíveis com uma possível luta corporal. Ele [Epstein] apresentava lesões que, de forma alguma, poderiam ter sido causadas por uma ligadura", declarou Freeman, que já chefiou o Departamento de Medicina forense e legal do Royal College of Physicians. Tira de pano com que Epstein teria se suicidado em cadeia de Nova York Reprodução/DOJ Epstein, que estava preso sob acusações federais de tráfico sexual de menores e conspiração para o tráfico sexual, foi encontrado inconsciente no Metropolitan Correctional Center, em Manhattan (Nova York, EUA), em 10 de agosto de 2019, enquanto aguardava julgamento. Um guarda relatou tê-lo encontrado enforcado, com uma tira de material alaranjado em volta do pescoço, em uma posição quase sentada. O escritório do médico-chefe legista de Nova York classificou a morte como suicídio, conclusão posteriormente corroborada por uma revisão do Departamento de Justiça em 2023 e por descobertas do FBI (polícia federal dos EUA). Freeman afirma ser a primeira pessoa com formação em patologia forense a analisar…
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