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Céu tem o impacto do primeiro álbum analisado, sob perspectiva histórica, em relevante título da série 'O livro do disco'

Entretenimento 29/09/2026 às 13:01
Céu tem o impacto do primeiro álbum analisado, sob perspectiva histórica, em relevante título da série 'O livro do disco'
]]> Céu tem o primeiro álbum –lançado em 2005 – analisado pela jornalista Fabiane Pereira em título da série 'O livro do disco' Luiza Ananias / Divulgação ♫ CRÍTICA DE LIVRO Título: O livro do disco – Céu Autor: Fabiane Pereira Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2 ♬ Existe uma particularidade em “O livro do disco – Céu” que torna instantaneamente relevante esse lançamento da editora Cobogó. Trata-se apenas do segundo título brasileiro da série “O livro do disco” dedicado a um álbum lançado no século XXI e, no caso, a um álbum que fez história, abrindo caminhos em 2005 para uma cena indie que se espraiou pela (nova) música brasileira ao longo dos últimos 20 anos. Esse disco é “Céu”, primeiro álbum da cantora e compositora paulistana Maria do Céu Whitaker Poças, conhecida pelo nome artístico de Céu. Quem assina o texto de “O livro do disco – Céu” é Fabiane Pereira, jornalista e radialista de escritas e falas extremamente generosas com a geração de artistas projetados no embalo do êxito do álbum de estreia de Céu. Se em título anterior da série a também jornalista e radialista Roberta Martinelli analisou “Letrux em noite de climão” (2017), disco que impulsionou a carreira solo da cantora e compositora Letícia Novaes sem provocar faíscas além do universo particular da artista carioca, Fabiane Pereira mostra o impacto global causado pelo álbum “Céu” por estar ambientado em atmosfera singular, mas conectado com uma cena. O álbum “Céu” fez uma revolução silenciosa na música brasileira ao ser lançado em junho de 2005 – e o valor do livro está justamente em dimensionar essa revolução em perspectiva, já que o disco atravessou duas décadas sem perder a relevância, celebrada por Céu em turnê estreada em 2025 e ainda corrente neste ano de 2026. O álbum “Céu” surgiu em decorrência de uma cena que já estava em ebulição no circuito alternativo da cidade de São Paulo (SP) e mostrou que havia um mercado e um público disposto a consumir um som distante das ainda vigentes fórmulas radiofônicas. Rejeitando receitas já testadas, “Céu” chegou ao mundo em momento em que a indústria fonográfica ainda operava no modelo físico tradicional dos CDs, mas já se via forçada a abrir portas para o mundo digital…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
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