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Ceará amplia pontes com mercados internacionais durante o Siará Tech Summit

Destaques 14/10/2026 às 20:35
Ceará amplia pontes com mercados internacionais durante o Siará Tech Summit
]]> Espaço destinado à internacionalização no Siará Tech Summit Sebrae/CE Mais do que reunir empresas, investidores e especialistas em tecnologia, o Siará Tech Summit pode funcionar como um ponto de aproximação entre negócios cearenses e mercados internacionais. A avaliação é de Décio Simões Pereira, vice-presidente de Inovação, Tecnologia e Educação da Câmara Brasil Portugal no Ceará, que destaca o papel das conexões criadas no evento para empresas interessadas em iniciar processos de internacionalização. Segundo ele, um dos primeiros passos é conseguir identificar negócios que já tenham interesse em acessar outros mercados e, a partir dessa disposição, ajudá-los a entender que internacionalização exige preparação, estratégia e conhecimento do ambiente onde pretendem atuar. “A internacionalização é um instrumento, mas tem que ter método. A ideia é desmistificar esse processo e mostrar para as empresas que esse mercado está mais próximo do que parece”, afirma. Para Décio, os principais desafios não estão necessariamente na distância, mas nas diferenças culturais, regulatórias e comerciais. Mesmo em mercados com proximidade linguística, como Portugal, é preciso compreender como o produto ou serviço se encaixa na realidade local. “O que existe são desafios, principalmente de cultura e de regulação de mercado. Mas, com método, esses desafios podem ser vencidos. O papel de ambientes como o Siará Tech Summit é justamente trazer para perto aquilo que muitas empresas ainda enxergam como distante”, explica. Portugal aparece, nesse cenário, como uma possível porta de entrada para empresas que desejam acessar o mercado europeu. Antes de qualquer movimento, no entanto, Décio recomenda a realização de estudos de aderência do produto. “O primeiro passo que recomendamos é o ‘market fit’, um estudo para entender se aquilo que a empresa vende tem aderência à cultura e ao mercado europeu. Depois disso, entram as conexões com instituições, órgãos e parceiros que podem facilitar esse processo”, diz. Na avaliação dele, eventos como o STS ajudam justamente a encurtar esse caminho. “Muitas vezes, a internacionalização não é complexa. O complexo é chegar até a pessoa certa. Quando…
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