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Casos de Mpox sobem no Rio; ex-secretário de saúde faz alerta; saiba como se prevenir

Rio de Janeiro 30/10/2026 às 18:14
Casos de Mpox sobem no Rio; ex-secretário de saúde faz alerta; saiba como se prevenir
]]> O Rio de Janeiro registra um aumento recente de casos de Mpox, e médicos fazem alertas para conter o avanço da doença. Trata-se de uma infecção viral transmitida pelo contato e que tem entre os sintomas lesões de pele. Segundo dados do Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde, até a última terça-feira, 211 pacientes testaram positivo no estado, número que já supera o total de todo o ano passado: 119. O aumento é puxado pelos meses de setembro e outubro, que totalizam 90 diagnósticos, 45 cada. Em 2025, os dois meses contabilizaram apenas 10. O crescimento nesse período é de 800%. Ainda há 117 casos em investigação. Um novo subtipo do vírus que transmite a doença estaria em circulação no Rio, segundo especialistas. Na capital fluminense, a situação também preocupa. Segundo as informações mais recentes do Observatório Epidemiológico da Cidade do Rio, até quinta-feira, 167 casos foram confirmados, contra 94 em todo o ano passado. Setembro, com 45, e outubro, com 29, concentram 74 diagnósticos, enquanto no mesmo período de 2025 foram somente 10. No momento, há 81 casos suspeitos. Na quinta-feira, o deputado federal Daniel Soranz, ex-secretário municipal de saúde, chamou a atenção para a situação, em vídeo publicado nas redes sociais. — O vírus da Mpox está circulando com mais intensidade no Rio de Janeiro e no Brasil. Neste momento, há 10 pacientes internados com a doença no Rio. É uma doença de fácil diagnóstico. São bolhas que aparecem seguidas de febre e acompanhadas de linfonodomegalia (popularmente conhecida como íngua), na maioria das vezes. A confirmação diagnóstica é super simples. Basta coletar o material das feridas e enviar para o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública). Todas as unidades básicas de saúde estão aptas a fazer. O diagnóstico precoce evita que a doença seja transmitida, orienta o paciente e permite o melhor acompanhamento — disse ele no vídeo. Existe vacina contra a doença, mas, no momento, as doses estão em falta no Sistema Único de Saúde. Utiliza-se o imunizante MVA-BN, composto por vírus vivo enfraquecido, que não se reproduz dentro das células humanas. O esquema padrão consiste em duas doses, aplicadas…
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