Caso Sarah: júri dos acusados da morte de estudante da UFRGS é dissolvido em Porto Alegre
inicio18/09/2026 às 11:00
]]> Caso Sarah: júri dos acusados da morte de estudante da UFRGS é dissolvido em Porto Alegre O júri dos acusados das mortes de Sarah Domingues, estudante de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), de 28 anos, e do comerciante Valdir dos Santos Pereira, de 53 anos, foi dissolvido em Porto Alegre. Os trabalhos do julgamento haviam começado na quinta-feira (17). Com a dissolução da sessão, uma nova data para o júri deve ser marcada. Os dois foram mortos a tiros em 23 de janeiro de 2024, na Ilha das Flores, na Capital. Conforme o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), Valdir era o alvo do ataque. Sarah realizava entrevistas para o Trabalho de Conclusão de Curso quando foi atingida pelos disparos. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp De acordo com a Promotora de Justiça Lúcia Helena Callegari, o comerciante foi morto porque se opunha à atuação do tráfico de drogas na comunidade onde vivia. A promotora atuará no julgamento ao lado do promotor de Justiça Octavio Cordeiro Noronha. A investigação apontou que os autores do ataque passaram pelo local em uma motocicleta e efetuaram os disparos. À época do crime, moradores relataram à polícia que dois homens chegaram em uma moto e atiraram contra Sarah e Valdir, que conversavam em frente ao mercado do comerciante. Pelo menos 15 tiros foram disparados, segundo informações divulgadas pela polícia na época. Sarah foi atingida no peito e em um dos braços. Ela e Valdir morreram no local. A mulher do comerciante estava nos fundos do estabelecimento e não foi atingida. Inicialmente, quatro pessoas foram denunciadas pelo MPRS. Elas responderiam por homicídios qualificados por motivo torpe e pelo uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas, com utilização de arma de fogo de uso restrito. Uma delas, no entanto, foi impronunciada pela Justiça e não será submetida ao júri. Por isso, três réus serão julgados nesta quinta-feira. 👩⚖️ A impronúncia ocorre quando a Justiça entende que não existem elementos suficientes para encaminhar uma pessoa ao Tribunal do Júri. A decisão não representa absolvição, mas impede o julgamento popular enquanto não houver novas provas que possam justificar a…
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