Caso Juventus: Polícia avança em investigação e descobre "contrato de silêncio" envolvendo dirigente
esportes23/09/2026 às 19:09
]]> Desvios e até traição: Polícia investiga esquema milionário no Juventus-SP A Polícia Civil de São Paulo avançou nas investigações sobre possível desvio de dinheiro dos cofres do Juventus, tradicional clube do bairro da Mooca, que está de volta à elite do futebol paulista. Desde que o ge revelou o caso, há um mês, novos depoimentos e elementos de prova foram colhidos. Os investigadores querem seguir o caminho do dinheiro e já receberam os contratos e comprovantes de pagamento relativos à venda da Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Em meio a apuração, a Polícia teve acesso a um "contrato de silêncio" assinado por Carlos Eduardo Gomes Pedroso, presidente do Conselho do Juventus, e o advogado Guilherme Rodrigues, que denunciou diversas ilegalidades na gestão do clube. Vale lembrar: Guilherme afirma que ele próprio fez parte das negociatas para desviar dinheiro do Juventus até março deste ano. Porém, alega que deixou o esquema após descobrir que sua companheira, Luma Zaffarani, que é advogada do clube da Mooca, o traia com Carlos Eduardo. Os dois negam o suposto envolvimento amoroso. Polícia investiga desvio de dinheiro do Juventus Saulo Dias/NurPhoto via Getty Images O "contrato de silêncio" foi assinado em 24 de junho. Nele, Guilherme e Carlos concordam que não têm conhecimento de nada que possa ser interpretado como conduta ilícita, desabonadora, antiética, criminosa e irregular praticada por ambos. Também se comprometeram a não levar adiante qualquer denúncia, nem tecer comentários um contra o outro. Além disso, os dois combinaram de apagar todas as mensagens e e-mails trocados entre eles. Caso alguma parte descumprisse o contrato, teria que pagar uma multa de R$ 100 mil. Também em 24 de junho, Guilherme Rodrigues enviou a Carlos Eduardo uma retratação por escrito, na qual voltava atrás em relação a denúncias apresentadas ao Conselho Deliberativo do Juventus. De acordo com ele, as afirmações foram feitas "em contexto de forte abalo emocional" decorrente de sua suspensão do quadro de sócios do clube e do término do relacionamento com Luma. Estes documentos foram apresentados pela defesa de Carlos Eduardo no inquérito para sustentar a inocência dele. Porém,…
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