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Caso Isabelle Caracristi: polícia ouviu 25 depoimentos durante investigação sobre morte de jovem em Fortaleza

Destaques 28/09/2026 às 16:49
Caso Isabelle Caracristi: polícia ouviu 25 depoimentos durante investigação sobre morte de jovem em Fortaleza
]]> Duas semanas depois da morte da universitária Isabelle Caracristi, de 22 anos, encontrada sem vida em um condomínio no último dia 13 de setembro, no bairro Aldeota, em Fortaleza, a Polícia Civil ouviu 25 depoimentos até o momento. Uma diarista, a síndica do prédio onde eles moravam e a ex-mulher de João Munhoz Neto foram testemunhas que prestaram esclarecimentos no último fim de semana. A ex-mulher de João Munhoz, namorado de Isabelle que está preso e é investigado por violência psicológica e indução ao suicídio, prestou depoimento no sábado (26). Legalmente, ela ainda é casada com o bacharel em Direito. No entanto, a defesa de João Munhoz afirma que eles estavam em processo de separação quando ele conheceu Isabelle. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp O Fantástico revelou que a ex-mulher de João aparece com ele em câmeras de segurança na noite da morte de Isabelle. Eles estiveram juntos no momento em que ele estava na missa, no bairro de Fátima, e logo em seguida, quando ele foi até a Rodoviária de Fortaleza. Depois destas imagens, João Munhoz aparece voltando sozinho para o prédio, após a morte da jovem. Outra testemunha que compareceu ao 2º Distrito Policial no sábado (26) foi uma diarista que prestava serviços na residência de João Munhoz. Isabelle Caracristi e João Munhoz Neto Reprodução A advogada Lídia Aguiar, que representa a diarista, disse à TV Verdes Mares que a cliente ia duas vezes ao imóvel, teve contato com Isabelle, mas nunca presenciou discussões entre o casal. Segundo a advogada, a residência tinha câmeras de segurança. A Polícia Civil revelou que testemunhas contaram que João Munhoz colocou o apartamento à venda e limpou o imóvel após a morte da namorada. Lídia Aguiar afirmou que a cliente dela não tinha conhecimento do caso e não fez a limpeza da casa, apesar de ter ido ao local para trabalhar no dia 15 de setembro - dois dias após a morte. "Ela já era acostumada e tinha os dias determinados [de ir]. Ela não tinha conhecimento do que ocorreu, ninguém informou para ela, e ela foi fazer o serviço dela. Quando ela chegou lá, que ela tomou o conhecimento do que tinha ocorrido, ela só saiu do imóvel, mas ela não chegou a limpar ou…
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