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Caso Gustavo: pai e madrasta viram réus pela morte de menino agredido até a morte no TO

Destaques 23/10/2026 às 22:08
Caso Gustavo: pai e madrasta viram réus pela morte de menino agredido até a morte no TO
]]> Igor Gustavo Veloso de Souza e Kathellen Moreira se tornaram réus Divulgação/Instagram Delegado Eduardo Meneses O advogado Igor Veloso de Sousa e Kathellen Moreira da Silva se tornaram réus no processo sobre a morte do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos. O crime aconteceu no dia 2 de agosto de 2026, na casa de Igor, pai da vítima. A criança foi encontrada com marcas de agressões físicas e sinais de violência sexual. Os acusados estão presos no Tocantins desde o dia 6 de agosto. O g1 solicitou posicionamento à defesa dos réus, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Igor Veloso de Sousa é acusado pelos crimes de vicaricídio, estupro de vulnerável, tortura e fraude processual. Kathellen Moreira da Silva responde por vicaricídio, figurando por omissão perante as agressões praticadas contra o enteado, e fraude processual. As investigações do crime foram encerradas no final de setembro, quando o casal foi indiciado pela morte da criança. O Ministério Público do Tocantins (MPTO) apresentou a denúncia solicitando que o advogado e a madrasta sejam levados a julgamento pelo Tribunal do Júri, além do pagamento de indenização de R$ 100 mil para reparação de danos à família da vítima. Agora no g1 A decisão que aceitou a denúncia foi proferida pelo juiz Cledson José Dias, da 1ª Vara Criminal de Palmas. Ainda em agosto, Kathellen Moreira solicitou que a prisão preventiva fosse convertida em domiciliar, mas teve o pedido negado pela 1ª Vara Criminal de Palmas. Posteriormente, a defesa da mulher recorreu ao Tribunal de Justiça, alegando que a prisão havia sido usada como "instrumento de investigação" e que ela é mãe de um bebê de 5 meses em fase de amamentação. O pedido foi negado por unanimidade pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO). LEIA TAMBÉM Caso Gustavo: o que se sabe sobre o indiciamento do pai e da madrasta pela morte da criança Justiça encerra investigação contra mãe e advogada no caso da morte do menino Gustavo Caso Gustavo: consumo de álcool aumentava a agressividade do pai, diz delegado Caso Gustavo: pai admite agressões após filho pular na…
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