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Caso Benício: laudo da perícia não encontra edição em vídeo da defesa de médica; delegado reafirma que material é clandestino

Destaques 23/10/2026 às 16:50
Caso Benício: laudo da perícia não encontra edição em vídeo da defesa de médica; delegado reafirma que material é clandestino
]]> Benício Xavier de Freitas, de 6 anos, faleceu em hospital de Manaus. Arquivo pessoal Uma perícia do Instituto de Criminalística do Amazonas não encontrou indícios de edição, cortes ou inserções em um vídeo apresentado pela defesa da médica Juliana Brasil, investigada pela morte do menino Benício Xavier, de 6 anos, em Manaus. O laudo, assinado em 6 de outubro e obtido pela Rede Amazônica, aponta, no entanto, que não foi possível identificar o sistema hospitalar exibido na gravação nem determinar se o áudio foi retirado posteriormente. O documento afirma que o arquivo analisado é uma cópia recomprimida por um aplicativo intermediário, sem metadados que permitam identificar a origem da gravação. O vídeo é uma filmagem da tela de um computador feita por uma câmera e não uma gravação de tela produzida por um programa. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Além disso, a faixa de áudio não apresenta som e parte da tela aparece encoberta por um caderno. Segundo a perícia, não foi possível determinar se a gravação foi feita sem áudio ou se o som foi silenciado ou removido em alguma etapa posterior. Caso Benício: Justiça torna rés médica e técnica de enfermagem por morte de criança O laudo também aponta que não foi possível identificar o nome do sistema hospitalar, o sistema operacional, o navegador, o usuário, o estabelecimento, o paciente ou a data e a hora em que a gravação foi feita. Essas informações não aparecem nos quadros analisados, seja pelo enquadramento fechado, seja pela parte da tela encoberta pelo caderno. A leitura automatizada de texto aplicada pela perícia também não encontrou esses dados. Delegado afirma que vídeo é clandestino O delegado Marcelo Martins, titular do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e responsável pela investigação, afirmou à Rede Amazônica que a perícia foi solicitada antes do encerramento do inquérito para verificar se havia adulteração no vídeo. Segundo ele, a investigação não alegou que o arquivo havia sido editado. A suspeita, de acordo com o delegado, era de que o sistema hospitalar tivesse sido manipulado e o cenário alterado. "Nós aqui do 24° DIP nunca alegamos que o vídeo tinha sido adulterado ou editado. A nossa…
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