Carrefour é condenado após funcionária urinar na roupa enquanto aguardava para ir ao banheiro
Destaques14/10/2026 às 18:11
]]> Carrefour do bairro da Torre, na Zona Oeste do Recife Reprodução/Google Street View A Justiça do Trabalho condenou o Carrefour a indenizar uma operadora de caixa que urinou nas próprias roupas enquanto aguardava ser substituída no posto de trabalho para ir ao banheiro. A rede de supermercados deverá pagar R$ 5 mil à trabalhadora, que, para o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6), foi submetida a constrangimento e teve sua honra e dignidade atingidas. A sentença foi assinada pela juíza Adriana Satou Lessa Ferreira Pinheiro, da 4ª Vara do Trabalho da Capital. Na decisão, a magistrada concluiu que a demora na substituição da funcionária fez com que ela precisasse urinar nas próprias roupas, na estação de trabalho e diante dos colegas. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 O caso ocorreu na unidade do Carrefour na Torre, na Zona Oeste do Recife. A funcionária trabalhou no local entre 2020 e junho de 2024, quando foi demitida de maneira "imotivada". O processo não fala sobre quando ocorreu o incidente. Para a juíza, a empresa falhou ao não garantir que a substituição acontecesse em tempo compatível com a urgência da necessidade fisiológica. Agora no g1 De acordo com o depoimento de uma testemunha, a empresa forneceu um short para que a trabalhadora pudesse terminar o expediente. A peça não fazia parte do vestuário habitual da função. LEIA TAMBÉM: Justiça condena Novo Atacarejo após funcionária trabalhar 18 horas e urinar nas calças A trabalhadora entrou com uma ação trabalhista contra o Carrefour. Entre os pedidos, ela solicitou indenização por danos morais em razão das dificuldades que, segundo relatou, enfrentava para utilizar o banheiro durante o expediente. Na audiência de instrução, realizada em 8 de setembro, a testemunha indicada pela funcionária afirmou que os operadores de caixa precisavam esperar pela chegada de outro trabalhador para deixar o posto. A liderança era consultada para providenciar a substituição. A testemunha ouvida disse que presenciou o episódio e que a situação foi constrangedora porque outras pessoas viram as roupas molhadas da funcionária. Na defesa apresentada à Justiça, o Carrefour contestou o episódio e afirmou que…
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