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Cantora condenada por paródia de Céu, Sol, Sul será jurada em festival nativista

Destaques 02/10/2026 às 21:01
Cantora condenada por paródia de Céu, Sol, Sul será jurada em festival nativista
]]> Clarissa Ferreira Alvaro Aguiar/Divulgação A cantora e instrumentista Clarissa Ferreira, condenada pela Justiça em processo relacionado à gravação de uma paródia considerada obscena da música Céu, Sol, Sul, de Leonardo, foi anunciada como integrante do júri do 37º Reponte da Canção, um dos principais festivais nativistas do Rio Grande do Sul, realizado em São Lourenço do Sul. Clarissa fará parte da Comissão Julgadora da linha "campeira", ao lado de Karaí Guedes e José Carlos Batista de Deus. O anúncio, publicado nas redes sociais oficiais do festival, provocou reações de alguns artistas. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp "Se perderam no que diz respeito a tradição", escreveu o músico Pedro Henrique Pereira no perfil do festival em uma rede social. Também foram postados comentários com elogios. A condenação da artista está relacionada a uma verão da música Céu, Sol, Sul, mais tarde apagada de suas redes sociais, em que ela e outra musicista usam palavras obscenas em substituição à composição original. "É o meu louco fogo no c*, ó minha flor", diz um trecho. Agora no g1 O caso tramita na Justiça e a defesa da cantora apresentou recurso contra a decisão. O recurso dos advogados será julgado no dia 13 de outubro. Ao blog, Clarissa afirmou que considera sua trajetória profissional suficiente para explicar o convite: “Acredito que meu currículo e minha trajetória profissional falam por si. Entre tantas experiências que fazem parte dessa caminhada, participei inúmeras vezes do Reponte como instrumentista, inclusive fui vencedora do festival em 2009, ao lado do intérprete Luiz Marenco”, diz. Em nota, a Comissão Executiva, Artística e de Divulgação do 37º Reponte afirmou que a escolha dos jurados levou em consideração critérios técnicos, trajetória profissional e experiência artística, especialmente a relação dos convidados com a música e a cultura regional. Integrante de um coletivo que protesta contra o que considera machismo na música regional gaúcha, Clarissa Ferreira costuma ter visão crítica sobre o regionalismo. Para ela, por exemplo, o "20 de setembro não nasceu em 1835" e o nome "Farroupilha" dado à revolução já circulava antes do conflito. Ela também…
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