Câncer de pulmão: tomografia de baixa dose reduz mortalidade entre pessoas de alto risco, aponta estudo
Destaques08/11/2026 às 07:00
]]> Rastreamento do câncer de pulmão: detectar mais cedo pode salvar vidas, mas exige políticas públicas adequadas Adobe Stock O recente diagnóstico de câncer de pulmão do papa Leão XIV, de 71 anos, trouxe novamente a doença ao debate público, levantando questões e atualizações sobre diagnóstico, prevenção e avanços no tratamento. O caso também chama a atenção para uma característica importante: embora o tabagismo seja o principal fator de risco, o câncer de pulmão pode atingir pessoas que nunca fumaram. O adenocarcinoma, subtipo mais comum da doença e diagnosticado no pontífice, responde por cerca de 40% dos casos, seguido pelo carcinoma escamoso e o câncer de pulmão de pequenas células. Este último subtipo é mais agressivo e mais fortemente associado ao tabagismo. Pessoas que nunca fumaram podem ter o risco de desenvolver câncer de pulmão aumentado em função de outros fatores tais como tabagismo passivo, poluição atmosférica, uso de forno a lenha dentro de casa, exposição ocupacional a substâncias cancerígenas e ao radônio, um gás radioativo natural, invisível e inodoro, que é mais comum em regiões com certos tipos de solo e rochas e pode se acumular em ambientes fechados. A doença frequentemente permanece silenciosa nas fases iniciais e pode evoluir rapidamente. Quando aparecem, os sintomas como tosse persistente, falta de ar, dor no tórax, tosse com sangue e perda de peso inexplicada podem indicar um quadro avançado. Por isso, identificar o tumor antes do surgimento dos sintomas representa uma oportunidade importante para ampliar as possibilidades de tratamento. Siga o canal do g1 Bem-Estar no WhatsApp Saiba por que os homens estão mais suscetíveis ao câncer do pulmão O câncer de pulmão continua sendo um dos maiores desafios da saúde pública mundial. É a principal causa de morte por câncer no mundo. Em 2024, provocou cerca de 1,9 milhão de mortes, segundo dados da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), da Organização Mundial de Saúde (OMS). O diagnóstico tardio contribui para esse impacto, pois reduz as chances de tratamento com intenção curativa. Uma estratégia que pode reduzir a mortalidade Uma avaliação internacional conduzida por 23…
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