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Câncer de mama: preciso fazer exames mesmo sem sentir nada?

Destaques 22/10/2026 às 17:50
Câncer de mama: preciso fazer exames mesmo sem sentir nada?
]]> Não sentir dor, não perceber caroços e não notar mudanças nas mamas pode levar muitas mulheres a acreditar que está tudo bem. Mas será que a ausência de sintomas significa que não é preciso fazer exames? Essa é uma dúvida que ganha espaço durante o Outubro Rosa, campanha que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Mas o cuidado com a saúde não deve ficar restrito a outubro. Algumas alterações podem não ser percebidas no dia a dia e só ser identificadas por meio de exames de imagem. O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres brasileiras, depois dos tumores de pele não melanoma. Quando identificado em estágios iniciais, pode apresentar maiores chances de sucesso no tratamento. Por isso, entender quando realizar os exames e qual é a função de cada um deles é fundamental para cuidar da saúde das mamas. Segundo a Dra. Sandra Mônica Tochetto, médica radiologista e ultrassonografista da Quanta Diagnóstico por Imagem, CRM-PR 19585, reconhecer possíveis alterações nas mamas é importante, mas não substitui o acompanhamento médico e os exames indicados para cada mulher. “O principal sintoma do câncer de mama é o nódulo palpável. Mas é importante lembrar que, nas fases iniciais, o câncer de mama não apresenta sintomas, tornando os exames de rotina essenciais para a detecção precoce”, explica a médica. Quando fazer a primeira mamografia? A idade para começar a fazer mamografias de rotina depende das recomendações de saúde, do histórico clínico e dos fatores de risco de cada mulher. As principais sociedades médicas brasileiras (a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC)) recomendam que a mamografia de rastreamento seja realizada anualmente, a partir dos 40 anos, em mulheres com risco habitual de câncer de mama, mesmo sem sinais ou sintomas. Já quem tem histórico familiar importante de câncer de mama ou outros fatores que aumentam o risco pode precisar de uma estratégia de acompanhamento individualizada. Nesses…
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