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Campeão da Série B quase sumiu do mapa e foi salvo com ajuda de executivo tri do Brasileiro

Esportes 08/10/2026 às 18:10
Campeão da Série B quase sumiu do mapa e foi salvo com ajuda de executivo tri do Brasileiro
]]> Villa Nova quase sumiu do mapa até virar SAF O Leão do Bonfim quase virou apenas lembrança. Campeão da Série B de 1971 e com passagens pela elite nacional, o centenário Villa Nova viu uma dívida milionária ameaçar uma história que atravessa gerações em Nova Lima. Sem divisão no Brasileiro e rebaixado no Mineiro, o clube encontrou na SAF e na ajuda de um dirigente famoso no futebol um caminho para sobreviver — e, agora, tenta voltar a sonhar. Mas, antes de voltar a sonhar, o processo foi difícil. E doeu principalmente em quem acompanhou tudo de perto. Thiago Tito, torcedor do Villa há quase 30 anos, viu o clube perder espaço, cair no Estadual e desaparecer do calendário nacional. Ao lembrar daquele período e comparar com o momento atual, se emociona. "O torcedor que é torcedor vivenciou todos esses momentos. Nós vivemos momentos que a gente achou que realmente o Villa ia acabar, era o fim." Thiago Tito, torcedor do Villa Nova Villa Nova Não era apenas uma sensação provocada pelos resultados dentro de campo. Fora dele, faltava dinheiro até para o básico. - Eram dívidas atrás de dívidas. Gestões que falavam que iriam resgatar o clube e, pelo contrário, jogavam mais para o fundo do poço. Nós, torcedores, já chegamos a fazer vaquinha para comprar toalha para os atletas, vaquinha para pagar lavadeira para lavar os uniformes, porque nem os funcionários estavam recebendo. Eles não estavam indo para o estádio trabalhar. A gente viveu momentos em que não acreditava que o Villa iria superar. Foi nesse período que um canto repetido pela torcida ganhou outro significado: "Quem falou que o Villa morreu se enganou. O Villa não morreu, nem morrerá. Deixa a danada da língua do povo falar." Torcedor do Villa Nova revela vaquinhas para ajudar time em crise A saga do comprador A saída encontrada pelo Villa para não "morrer" começou a ser desenhada há mais de três anos. A transformação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) era vista internamente como uma possibilidade de manter vivo o clube centenário e, quem sabe, recolocá-lo no cenário nacional. A aprovação, porém, resolveu apenas a primeira parte do problema. Faltava encontrar alguém disposto a assumir o desafio. E não era…
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