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Campanhas de Lula, do PT, e de Flávio Bolsonaro, do PL, afirmam que vão abrir os sigilos bancário, fiscal e telefônico

Mundo 23/10/2026 às 00:00
Campanhas de Lula, do PT, e de Flávio Bolsonaro, do PL, afirmam que vão abrir os sigilos bancário, fiscal e telefônico
]]> Campanhas de Lula e Flávio dizem que vão abrir sigilo bancário, fiscal e telefônico As campanhas de Lula, do PT, e de Flávio Bolsonaro, do PL, afirmaram que vão abrir os sigilos telefônico, bancário e fiscal. O TSE decidiu que cabe a cada campanha divulgar as informações. A proposta foi lançada no domingo (18), durante o debate na Band. O presidente Lula, candidato do PT à reeleição, se comprometeu publicamente a quebrar os próprios sigilos desde que o candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro, fizesse o mesmo. Na terça-feira (20), a campanha de Lula protocolou no Tribunal Superior Eleitoral documento em que afirma autorizar a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos oito anos do presidente, parentes dele e empresas das quais Lula seja sócio e administrador. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Na quarta-feira (21), Flávio Bolsonaro apresentou ao TSE documento em que afirma aceitar abrir os sigilos dos últimos 20 anos dele e dos parentes pedidos pelo presidente Lula - o ex-presidente Jair Bolsonaro, os irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan, da mulher do candidato e da mãe dele. Flávio propôs também que fossem divulgados os sigilos do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola. Ele teve contas pessoais pagas por Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, em um total de R$ 217 mil. Marcola disse que se tratou de um empréstimo e já pagou Luchsinger. Flávio Bolsonaro apresentou, ainda, outros pedidos. Entre eles, a quebra do sigilo de empresas de parentes do presidente, do Instituto Lula, do registro de visitantes dos Palácios do Planalto e da Alvorada, da agenda da primeira-dama, Janja da Silva, e dos gastos dos cartões corporativos da Presidência. Lula aceitou, desde que a campanha de Flávio cumprisse todos os itens, incluindo a quebra dos sigilos da empresa Alcazar, do advogado Willer Tomaz, amigo do candidato do PL. A Polícia Federal encontrou e-mails com referência a uma conta bancária da empresa Alcazar, em que Flávio é citado como "usuário master". O mercado financeiro classifica usuário master como administrador principal de uma conta, com…
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