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Câmera encontrada em banheiro de colégio cívico-militar do Paraná é apreendida pela Polícia Civil

Destaques 21/10/2026 às 16:06
Câmera encontrada em banheiro de colégio cívico-militar do Paraná é apreendida pela Polícia Civil
]]> Alunos descobrem câmera em banheiro de escola no Paraná Nesta quarta-feira (21), a Polícia Civil (PC-PR) e a Secretaria de Estado da Educação (SEED-PR) realizaram uma vistoria no Colégio Cívico-Militar Érico Veríssimo, de Cambé, no Norte do Paraná. A ação ocorre dois dias depois que uma aluna encontrou uma câmera no banheiro da instituição. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp O aparelho, que foi guardado por uma jovem, foi apreendido pela polícia. A RPC, afiliada da TV Globo, apurou que os policiais também procuravam outra câmera e o dispositivo em que as imagens eram gravadas. Contudo, não há confirmação se foram localizados. Câmera enocntrada em banheiro de colegio do Paraná foi apreendida pela Polícia Civil. Reprodução/Kathulin Tanan No boletim de ocorrência que as estudantes registraram, elas contam que perceberam que o equipamento estava no local há aproximadamente três anos. Entretanto, a direção havia dito, à época, que se tratava de um sensor de fumaça para evitar que estudantes fumassem no ambiente. Em nota, a SEED diz não ter localizado câmeras nos banheiros nesta quarta. Contudo, uma comissão foi instaurada para "apurar os fatos". Leia o posicionamento na íntegra clicando aqui. A polícia informou que instaurou inquérito policial e está em diligências para apuração dos fatos. Câmera foi encontrada no banheiro Reprodução Alunos não sabiam sobre câmeras Depois que a aluna encontrou a câmera, outro estudante fotografou o sistema de monitoramento do colégio e registrou como eram os vídeos captados, mostrando as cabines e espelhos dos ambientes — incluindo o banheiro masculino. As câmeras instaladas em outros espaços não possuem o mesmo formato e estão expostas. Aluno registrou painel das câmeras de segurança Reprodução A aluna Alessa Gabriele contou à RPC, afiliada da TV Globo, que os responsáveis pelos estudantes não assinaram nenhum termo que autorizasse as imagens nos sanitários. "Eu me senti invadida, porque é o meu corpo que estavam vendo. Eu mesma já troquei de roupa diversas vezes no banheiro. Para a gente, é assustador porque eram homens que viam as câmeras, estavam na sala dos militares", disse Alessa. Colégio confirma câmeras no…
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