Câmara de São Luís derruba veto da Prefeitura à Lei de Zoneamento por 17 votos a 9
Destaques27/10/2026 às 18:32
]]> Presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Paulo Victor. Divulgação/Redes sociais A Câmara Municipal de São Luís derrubou, nesta terça-feira (27), por 17 votos a 9, o veto integral da prefeita Esmênia Miranda (PSD) à nova Lei de Zoneamento, Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo. A decisão ocorreu durante sessão extraordinária conduzida pelo presidente da Casa, Paulo Victor (PSB). A prefeita havia vetado o projeto no dia 16 de outubro, após os vereadores incluírem 133 emendas na proposta original enviada pela Prefeitura. Segundo Esmênia, as alterações, inclusive nos mapas de zoneamento, modificaram o conteúdo do projeto elaborado após quase três anos de estudos e discussões com a população. ➡️ A Lei de Zoneamento, Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo define como os terrenos e espaços urbanos de São Luís podem ser utilizados. Na prática, estabelece onde podem ser construídos prédios, casas, comércios e indústrias, além de determinar regras para a divisão de terrenos, limites de construções e ocupação de diferentes regiões da cidade. A atualização busca substituir normas da década de 1990 e orientar o crescimento da capital, considerando o desenvolvimento econômico, a infraestrutura e a preservação ambiental. Durante a votação, parte dos vereadores defendeu a autonomia da Câmara para alterar projetos do Executivo e criticou a falta de diálogo com a Prefeitura. Outros parlamentares argumentaram que as emendas precisariam de estudos técnicos e novas audiências públicas, principalmente por envolverem possíveis impactos ambientais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Maranhão no WhatsApp Agora no g1 Vereadores criticam falta de diálogo com a Prefeitura O vereador Raimundo Penha (PDT) votou pela derrubada do veto, mesmo afirmando que discorda de algumas emendas. Segundo ele, a Prefeitura deixou de encaminhar informações técnicas solicitadas pelos vereadores antes da votação. “A prefeitura tem vários secretários que podiam vir até essa casa e dialogar. Então, o meu voto hoje é porque eu acho que a forma de diálogo precisa ser modificada. Eu não vejo inflexibilidade. Nós estamos aqui à disposição para o diálogo, mas isso não pode ser feito pelas redes…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.