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Brasileiro relata queda de marquises, prédios esvaziados e ruas cheias após terremoto no Panamá: 'Susto é grande'

Destaques 09/10/2026 às 19:28
Brasileiro relata queda de marquises, prédios esvaziados e ruas cheias após terremoto no Panamá: 'Susto é grande'
]]> Vídeo mostra pessoas nas ruas após forte terremoto atingir o Panamá O brasileiro Roque Freitas, que mora há 16 anos na Cidade do Panamá, relatou o susto provocado pelo terremoto de magnitude 7,7 que atingiu o Panamá nesta sexta-feira (9). AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias sobre o terremoto no Panamá Segundo ele, houve quedas de marquises no Casco Antiguo, centro histórico da capital, prédios esvaziados e pessoas correndo pelas ruas assustadas. Contudo, até o momento do relato, não havia informações sobre vítimas. 🔍Casco Antiguo é o centro histórico da Cidade do Panamá, fundado em 1673 após a destruição da antiga cidade (Panamá Viejo) por ataques de piratas. Foi declarado Patrimônio Mundial da Unesco. “Está tudo bem, mas foi um tremor importante, a princípio não de grande destruição. Algumas quedas de marquise no Casco Antiguo. Por enquanto, eu não soube de nenhuma vítima, a não ser de lugares internos ou de algo que tenha caído dentro de casas, principalmente nessa área tombada, que é o Casco Antiguo. Claro, o susto é grande”, afirmou. Freitas contou que é guia turístico e responsável pelo perfil Guia Panamá nas redes sociais. Antes de se mudar para o país, ele morava em São Paulo. Segundo o brasileiro, a intensidade do tremor e a presença de edifícios altos na capital contribuíram para aumentar a apreensão dos moradores. “Aqui [Cidade do Panamá] foi o lugar onde, a princípio, movimentou mais porque é a maior cidade, onde tem prédios bem altos, com 80 andares. Isso acaba fazendo com que as pessoas fiquem mais impressionadas”, disse. Roque Freitas mora na Cidade do Panamá há 16 anos Arquivo Pessoal O brasileiro também relatou que, mesmo após os tremores, muitas pessoas continuavam nas ruas porque não haviam recebido autorização para voltar aos prédios comerciais e residenciais. Segundo ele, o trânsito ficou mais intenso, em uma sexta-feira em que trabalhadores começaram a ser liberados para ir para casa. “Está sendo tudo liberado para as pessoas irem para casa, mas ainda tem muita gente fora dos prédios. A maior parte dos lugares não permitiu que as pessoas voltassem, seja ao trabalho ou às residências, nos condomínios”, relatou. Roque também mencionou…
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