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Jovem Rio News

Bolas paradas e recomposições débeis tiram Cruzeiro da zona da Libertadores

Esportes 13/10/2026 às 02:04
Bolas paradas e recomposições débeis tiram Cruzeiro da zona da Libertadores
]]> Na dura batalha por um lugar entre as equipes que terão vaga na Libertadores 2027, não é possível se candidatar com tantos erros estruturais. O Cruzeiro precisa aprender a lição tomada na noite desta segunda, em Bragança Paulista, e não repetir mais os equívocos se quiser atender as expectativas do bom elenco que possui. A derrota por 4x2 para o Bragantino fez a Raposa cair para a 6ª posição. A partida foi uma das mais agitadas da competição. 45 finalizações ao todo. Evidenciando os problemas defensivos apresentados pelos dois lados, sobretudo do Cruzeiro, mas também a agressividade e aptidão ofensiva de mineiros e paulistas. Tiago Volpi fez a diferença! Realizou defesas importantes em momentos cruciais para a manutenção da vitória dos donos da casa. Escalações Vagner Mancini não teve o volante recém-chegado Patrick. Fabinho formou dupla de volantes com Eric Ramires. Álix Vinícius, Rodriguinho e Mosquera foram outros desfalques. Guzman Rodriguez e Gustavo Marques foram mantidos na zaga, assim como o jovem Ryan Augusto na lateral-direita. O quarteto ofensivo foi o mesmo do empate com o Mirassol. Artur Jorge contou com o retorno de Fabricio Bruno, mas a dupla Jonathan Jesus-João Marcelo ganhou sequência na zaga titular. Lucas Romero e Fágner foram desfalques. Zé Lucas formou a dupla de volantes com Gérson. Arroyo reassumiu sua vaga na ponta-direita. Bruno Rodrigues voltou ao banco de reservas. Como Bragantino e Cruzeiro iniciaram o duelo que fechou a 30ª rodada do Brasileirão 2026 Rodrigo Coutinho O jogo As 20 finalizações, quatro gols e cinco chances claras em 50 minutos de futebol ajudam a contar o que foi o frenético 1º tempo em Bragança Paulista. O Cruzeiro começou melhor, foi criativos, mas pecou demais nas bolas paradas e nas transições defensivas. Sucumbiu parcialmente diante de um Bragantino agressivo e letal nos contragolpes e escanteios. A eficiência nas bolas paradas muda uma partida. Isso ficou nítido mais uma vez. A Raposa tinha um melhor encaixe de jogo inicialmente. Subia o bloco de marcação de forma individual. Felipe Moraes se alinhava a Kaio Jorge para pressionar a dupla de zaga. Rojas ''saltava'' para vigiar Ryan, e Jonathan Jesus ''pegava''…
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