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Baterista prodígio acompanhava ritmos aos 12 meses e impressiona pela precisão: 'Intuição musical evoluída', diz professor

inicio 20/09/2026 às 11:00
Baterista prodígio acompanhava ritmos aos 12 meses e impressiona pela precisão: 'Intuição musical evoluída', diz professor
]]> Com apenas 1 ano, Benício já mostrava afinidade com a bateria e recebeu incentivo dos pais "Antes de uma criança começar a falar, ela canta. Antes de escrever, ela desenha. No momento em que consegue ficar de pé, ela dança. Arte é fundamental para a expressão humana." A frase da atriz e cantora Phylicia Rashad resume bem uma história que começou cedo na vida de um menino de 7 anos, morador de Itapetininga (SP). Para marcar o Dia do Baterista, celebrado neste domingo (20), o g1 conta a história de Benício Soares Moura, que, quando tinha apenas um ano de idade, antes mesmo de conseguir dizer o próprio nome, já demonstrava afinidade com a música, especialmente com a bateria. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp "Quando ele fez um ano, ele ganhou uma bateria de brinquedo e começou a batucar. A gente colocava a música na televisão e ele ia batendo. Só que percebemos que o jeito que ele batia era de forma totalmente no compasso da música", relembrou o pai de Benício, Gezer Giliardi Martins Moura. Na época, ao perceber a habilidade do garoto, os pais começaram a registrar em vídeos os primeiros momentos dele tocando o instrumento de brinquedo, que ainda é guardado pela família como lembrança. Assista ao vídeo no início da reportagem. O pai, que também é músico e toca violão, costumava criar diferentes ritmos para testar se o filho conseguia acompanhá-los. Segundo Mayara Susy Soares de Oliveira, mãe de Benício, o filho demonstrava facilidade para seguir as batidas. “Desde que ele ganhou, ele começava a batucar, batucar. Mas, à medida que ele foi crescendo, foi ficando assim. Você via que ele não fazia as batidas só por fazer. Você analisava que tinha alguma coisa, tinha sentido. Um ritmo. Às vezes o Gezer fazia até um ritmo, diferentes ritmos para ele no violão, para ver se ele acompanhava. E era muito certinho”, relatou Mayara. "E tudo ia virando bateria. Pegava vasilhas, latas, tudo virava bateria. E sempre melhorando o ritmo, a questão da musicalidade. E eu comecei a perceber que ele era diferente, que levava jeito", contou o pai. Vasilhas, latas, tampas... tudo virava 'bateria' nas mãos de Benício Arquivo Pessoal O interesse também foi…
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