Bandido mandou que motorista acelerasse para atingir mexicano na Pedra do Sal, diz suspeito preso
Rio de Janeiro01/10/2026 às 11:58
]]> Em depoimento, Guilherme do Nascimento Pinto, preso suspeito de participação na morte, por atropelamento, do turista mexicano Carlos Hernandez Ortiz, na madrugada desta terça-feira, na Pedra do Sal, na região central do Rio, afirmou que um de seus cúmplices mandou que ele acelerasse para atingir a vítima. A ordem foi obedecida, o que fez com que Ortiz caísse no chão. Um vídeo mostra o momento em que o mexicano foi atingido pelo veículo em fuga e caiu no chão em seguida. Violência: Jovem é morta a tiros em tentativa de assalto em Duque de Caxias Ex-prefeita de Magé: MPRJ obtém condenação de Núbia Cozzolino a quase 37 anos de reclusão por fraudes em processos judiciais Guilherme foi preso por agentes da Polícia Federal e autuado em flagrante na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). De acordo com as investigações, o suspeito buscou outros dois integrantes da quadrilha na madrugada de terça e os levou até a Pedra do Sal onde, por volta das 2h, eles desembarcaram do veículo. Três vítimas foram abordadas pelos criminosos. Veja como foi ataque a turista morto no Rio No vídeo, é possível ver os bandidos se aproximando o mexicano e outras pessoas de forma aparentemente amigável. O próprio suspeito preso contou aos policiais que essa era a estratégia usada pela quadrilha: aproximar-se das vítimas, abraçá-las e simular uma abordagem amistosa para, em seguida, pegar seus pertences. Após o furto, os bandidos entraram num carro. Ortiz saltou no capô do veículo. É possível ver quando o automóvel arranca, levando o mexicano junto. Em seguida ele cai no chão e é cercado pelas duas pessoas que o acompanhavam. Por volta das 5h, os três suspeitos foram abordados por agentes da Polícia Federal. O motorista não ofereceu resistência, enquanto outros criminosos conseguiram fugir a pé. As diligências continuam para localizá-los e prendê-los. Confissão Aos policiais, Guilherme confessou ter participado do crime e afirmou que já havia participado de cerca de cinco ações semelhantes. Por cada uma delas, disse, recebeu R$ 500. Segundo ele, o grupo chegava a furtar em torno de dez celulares por dia. A Polícia Civil representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão…
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