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Jovem Rio News

Banco Genial é peça ativa em esquema de lavagem de dinheiro no mercado de combustíveis, diz investigação

inicio 24/09/2026 às 20:20
Diretor do Banco Genial e executivo ligado ao Master são alvos de 3ª fase da Operação Carbono Oculto O Ministério Público e a Secretaria da Fazenda de São Paulo apontam o Banco Genial e seu corpo diretivo como peças ativas em um mecanismo de lavagem de capitais no mercado de combustíveis. A terceira fase da Operação Carbono Oculto, deflagrada nesta quinta-feira pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), apura a atuação da instituição na ocultação de bens de Mohamad Hussein Mourad e Roberto Augusto Leme, investigados por sonegação e formação de organização criminosa. Segundo a investigação do Gaeco e os autos de uma ação cautelar fiscal, o grupo transferiu suas operações para a Genial no segundo semestre de 2024, após romper com a gestora Reag. Os promotores afirmam que a transição e a captação dos clientes foram conduzidas pelo diretor do banco, Humberto Arthur Tupinambá Neto. De acordo com a decisão da Justiça que autorizou a operação, ele e seus irmãos, André e Bruno, são alvos de mandados de busca e apreensão nesta nova fase. O Banco Genial esclarece que Humberto Tupinambá não integra a firetoria e não é sócio da instituição desde maio de 2026, quando ocorreu sua destituição. A investigação, entretanto, apura acontecimentos anteriores à data. LEIA TAMBÉM: Ex-diretor do Banco Genial e executivo ligado ao Master são alvos de 3ª fase da Operação Carbono Oculto Empresas abertas com capital de R$ 1 mil movimentaram milhões em esquema investigado pela Operação Carbono Oculto Delator do Banco Master, Antônio Freixo foi ‘ganhador’ 570 vezes de prêmios e apostas que somam mais de R$ 176 milhões, diz MP O Gaeco sustenta que o esquema financeiro operava em um circuito fechado para dissimular a origem do dinheiro e a propriedade dos bens. Os investigadores relatam que a Usina Itajobi, controlada pelo grupo alvo da operação, injetou R$ 176 milhões no fundo Radford, administrado pela Genial. O Ministério Público aponta que esse fundo, por sua vez, adquiriu Certificados de Depósito Bancário (CDBs) emitidos pelo próprio banco. Com o lastro desses CDBs, a Promotoria acusa a Genial de conceder empréstimos a empresas de fachada, como a Berna e a…
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