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Assassinato de motorista de aplicativo em assalto revolta irmã da vítima: 'Crime brutal'

inicio 18/09/2026 às 21:29
Assassinato de motorista de aplicativo em assalto revolta irmã da vítima: 'Crime brutal'
]]> Assassinato de motorista de aplicativo em assalto revolta irmã da vítima: 'Crime brutal' 'Foi um crime brutal'. Foi com essas palavras que Zenaide Bomfim, irmã da motorista de aplicativo Edite Alves Bomfim, de 50 anos, que foi achada morta com sinais de agressão em São Carlos (SP), descreveu o ocorrido em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo. (Veja o momento acima). Um homem, de 36 anos, e a mulher, de 33, suspeitos de envolvimento no crime foram presos na manhã desta sexta-feira (18), em Itirapina (SP), a cerca de 40 quilômetros de São Carlos. A prisão ocorreu após uma denúncia. O carro da vítima foi encontrado abandonado na noite de quinta (17). O suspeito confessou que matou a vítima para roubar dinheiro e comprar drogas. Edite foi encontrada morta na noite de quarta-feira (16), na Estrada do Lobo, via rural que liga o bairro Varjão ao distrito de Água Vermelha. Uma pessoa que passava pelo local viu o corpo e chamou a polícia. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram "Foi um crime muito brutal, muito, muito. Para você ter ideia, o caixão vai ser lacrado porque não deu pra ver minha irmã. Por que isso? Então foi muito triste.", disse ela. A identidade do casal não foi divulgada, e o g1 não conseguiu contato com a defesa deles até a última atualização desta reportagem. A motorista Edite Alves Bomfim, de 50 anos, foi encontrada morta com sinais de agressão em São Carlos, SP Redes Sociais Identificada pela tatuagem A família da motorista mora em Jaú, mas é de Torrinha. Zenaide contou que a irmã ia se mudar para um sobra em cima da casa de uma amiga em São Carlos. No entanto, no dia combinado para levar a mudança, Edite não apareceu, o que causou estranheza. A amiga viu a reportagem sobre o corpo encontrado sem identificação e com foto de uma tatuagem e encaminhou à família de Edite, que a reconheceu. "Ela foi reconhecida pela tatuagem, tem as fotos do neto dela, todos os nomes das crianças." De acordo com ela, a irmã trabalhava como motorista de aplicativo há pouco tempo. "É muito difícil, porque eu não consegui ver minha irmã. Isso dói muito na gente. Então, eu vou aguardar. Estou aqui para levá-la embora." Zenaide contou que Edite era como uma…
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