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Após quatro meses em necrotério, família consegue liberação de corpo de idosa para enterro na Bahia

Destaques 28/10/2026 às 13:23
Após quatro meses em necrotério, família consegue liberação de corpo de idosa para enterro na Bahia
]]> Idosa Arquivo Pessoal Após quatro meses de espera, a família de Maria de Jesus, de 89 anos, conseguiu a liberação do corpo da idosa para sepultamento. Ela morreu em 26 de junho, no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, na Bahia, mas o corpo permaneceu no necrotério da unidade por causa de uma divergência nos documentos que dificultava a comprovação do parentesco. Os filhos da idosa realizaram exames de DNA no início de setembro, no Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Feira de Santana. No início desta semana, os laudos periciais foram liberados e, segundo a família, apontaram 99% de compatibilidade na identificação de Maria de Jesus como mãe dos examinados. Após a liberação do corpo, os familiares foram acompanhados por uma equipe funerária e organizam os trâmites para o sepultamento. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Na terça-feira (27), o hospital entrou em contato com os familiares para autorizar a retirada do corpo. Nesta quarta-feira (28), eles compareceram à unidade e conseguiram fazer a liberação. Maria morava no povoado Cajueiro, na zona rural de Serrinha, no interior da Bahia. A família enfrentava dificuldades para sepultá-la porque o nome da mãe nos documentos dos filhos aparece como Maria Maximina Alves da Silva, enquanto na documentação da idosa consta Maria de Jesus. Família enfrentou meses de espera Documento de identificação consta "Maria de Jesus" como nome da idosa Carlos Daniel | TV Subaé A dificuldade para liberar o corpo começou no dia da morte, quando os familiares procuraram o hospital e foram informados sobre a divergência documental. Em entrevista à TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, os parentes contaram que apresentaram documentos antigos, como registro de casamento e documentos da igreja, para tentar comprovar a identidade da idosa e o vínculo familiar. Diante da falta de uma solução, a Defensoria Pública solicitou à Justiça a realização de exames de DNA. A situação também mobilizou moradores do povoado Cajueiro, onde Maria era conhecida e frequentava uma igreja. Parentes e integrantes da comunidade chegaram a se reunir para pedir uma solução para o caso.…
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