Após perder emprego, mineiro aposta em negócio com canetas e fatura R$ 2 milhões por ano
Destaques31/10/2026 às 14:59
]]> Como um problema das escolas virou um negócio de R$ 2 milhões por ano Uma ideia para ajudar escolas a economizar com materiais de quadro branco virou um negócio milionário nas mãos do mineiro Cássio Braga. Após perder o emprego, ele decidiu apostar na recarga de canetas e transformou a iniciativa em uma empresa que hoje produz tintas, pincéis, apagadores e outros materiais escolares. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Atualmente, o negócio fatura cerca de R$ 2 milhões por ano. A ideia surgiu quando Cássio trabalhava com recarga de cartuchos para impressoras. Durante visitas frequentes a um colégio, um funcionário comentou sobre o aumento dos gastos provocado pela substituição dos quadros de giz pelos quadros brancos e sugeriu que ele tentasse recarregar os pincéis. "A ideia partiu dele. O custo da escola subiu muito com a troca dos quadros. Ele me perguntou se eu não conseguiria recarregar o pincel. Fiz os testes, busquei uma tinta compatível e daí começou tudo", relembra o empreendedor. Mesmo após encontrar uma oportunidade de mercado, Cássio manteve o novo negócio em segundo plano enquanto seguia empregado. A situação mudou quando a empresa onde trabalhava encerrou as atividades. "Essa empresa fechou e eu resolvi apostar de vez no negócio. Um fornecedor me emprestou R$ 7 mil e, com esse dinheiro, aluguei uma sala, comprei os equipamentos e comecei o empreendimento", conta. Demissão leva empreendedor a criar negócio que reduz custos de escolas Reprodução/PEGN No início, a estratégia era simples: visitar escolas, apresentar a economia gerada pela recarga dos pincéis e conquistar clientes de porta em porta. "Quando você chega com uma solução que reduz custos e ainda contribui com o meio ambiente, as portas se abrem naturalmente", afirma. A empresa crescia de forma consistente até a chegada da pandemia. Com escolas fechadas e salas de aula vazias, o faturamento despencou. O período, porém, também serviu para reinventar o negócio. Cássio passou a fabricar a própria tinta atóxica para recarga das canetas e investiu nas vendas pela internet. "A gente recomeçou praticamente do zero, dentro da minha casa. Depois começamos a vender…
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