Após carta de Flávio, Ricardo Nunes diz que TSE já definiu o presidente e é preciso 'serenidade'
Destaques28/10/2026 às 23:50
]]> Flávio Bolsonaro com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) e o governador reeleito do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos) Vittor Sales O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), aliado de Flávio Bolsonaro (PL), deu uma nova declaração após o candidato derrotado nas eleições fugir para os Estados Unidos e divulgar uma carta com teor golpista em que se diz "líder do Brasil". Nunes disse que é preciso acatar o que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu. "O TSE ja definiu o novo presidente e precisamos ter serenidade diante do resultado. A quem ganhou, cabe governar o país para melhorar a economia e a qualidade de vida da população. Assim como cabe à oposição, que teve quase 60 milhões de votos, o papel de fiscalizar". O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito com 64.256.232 votos (51,79% dos votos válidos). O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também afirmou que o senador deve respeitar o resultado das urnas e seguir em frente. “A eleição acabou e agora é preciso olhar para a frente. Entendo o sentimento de Flávio, entendo sua indignação e sua revolta, e esse sentimento é o de muitos brasileiros também. Mas o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente”, declarou Tarcísio. "O momento exige responsabilidade, serenidade e a construção de uma oposição forte, capaz de exercer seu papel. É assim, respeitando o processo democrático e trabalhando dentro das instituições, que vamos fortalecer o sistema de freios e contrapesos que sustenta a nossa democracia", completou. No documento, Flávio informou que está nos Estados Unidos com a família e afirmou que está em segurança. Sem provas, o senador acusou suposta fraude eleitoral e questionou a legitimidade do resultado das urnas. Na primeira versão da carta, divulgada nas redes sociais, Flávio se declarou o “verdadeiro presidente do Brasil” e o “presidente eleito”. Posteriormente, publicou uma segunda versão em que substituiu essas expressões por “líder do Brasil” e “líder”. Na carta, Flávio também atacou o Judiciário, alegou a existência de um “regime de exceção” e de “perseguição política” contra sua família. Ele negou que sua saída do…
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