Aplicativos de bancos e corretoras têm instabilidade em meio à turbulência nos mercados
Destaques26/10/2026 às 14:06
]]> Oscilações do mercado. Jornal Nacional/ Reprodução Aplicativos de diversos bancos e corretoras apresentavam instabilidade nesta segunda-feira (26), em meio à forte volatilidade nos mercados após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o site Downdetector, que monitora relatos de problemas em serviços digitais, as corretoras Rico e Clear registravam notificações, assim como Inter, XP Investimentos, Nubank, Itaú Unibanco, Santander, Bradesco e C6 Bank. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Em nota, o Itaú informou que não registrou nenhuma instabilidade em seus sistemas internos. "É possível que os apontamentos sejam referentes a transações que estejam sendo efetuadas junto a outra instituição que esteja com alguma ocorrência no momento", disse o banco, em nota. As demais instituições não haviam respondido aos pedidos de comentário do g1 até a última atualização desta reportagem. Agora no g1 O que está acontecendo com os mercados hoje? O resultado do 2º turno das eleições presidenciais é o principal destaque da sessão desta segunda-feira (26). Com a reeleição de Lula (PT), a expectativa é que os investidores reavaliem suas projeções para os juros, o câmbio e as contas públicas. O Boletim Focus e novos dados econômicos também ficam no radar. Entenda por que as eleições mexem tanto com o dólar e a bolsa O que é circuit breaker? Como a maioria das pesquisas divulgadas nas últimas semanas apontava vantagem de Bolsonaro no 2º turno, a reeleição do petista surpreendeu parte dos investidores, que agora avaliam os possíveis efeitos do novo mandato sobre juros, câmbio, Bolsa e contas públicas. Com as fortes oscilações, a B3 acionou o circuit breaker e interrompeu as negociações do Ibovespa já nos primeiros minutos do pregão. "O principal foco dos investidores será a condução da política fiscal no quarto mandato de Lula. A trajetória da dívida pública, o controle das despesas e a credibilidade das metas fiscais serão determinantes para a confiança dos agentes econômicos", disse Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora. Ainda assim, especialistas destacam que o governo pode tentar ganhar de…
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