Aos 14 anos, atleta amazonense com autismo encontra no basquete caminho para inclusão e superação
Esportes27/10/2026 às 19:48
]]> Amazonense supera o TEA através do basquete O basquete tem sido uma ferramenta de transformação na vida da atleta amazonense Moselly Oriente, de 14 anos. Diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA) nível 1 em 2024, a jovem encontrou no esporte uma oportunidade de desenvolvimento, inclusão social e prática de atividade física, com o apoio da mãe, Silvana Barreto. Atleta amazonense com autismo encontra no basquete caminho para inclusão e superação Larry Wilcox - Rede Amazônica +Campeão da Série C, Thiago Spice encara desafio no Fut 7 aos 41 anos: "Muito mais difícil jogar" A iniciativa trouxe resultados dentro e fora das quadras. Moselly vem se destacando no basquete amazonense e conquistou os títulos dos Jogos Escolares do Amazonas e dos Jogos das Escolas Privadas do Amazonas. As boas atuações também renderam à atleta uma convocação para a seleção amazonense, que disputará o Campeonato Brasileiro Sub-16, no Rio de Janeiro, em novembro. Para Moselly, a paixão pelo esporte é parte fundamental da rotina. A jovem intensificou a preparação para representar o estado na competição nacional. — Para mim, é uma coisa muito óbvia amar o esporte, amar jogar, amar viver o basquete. Estou muito ansiosa. Comecei alguns treinos a mais e também treinos individuais para me preparar melhor. Mossely Oriente - Basquete Arquivo Pessoal +Zagueiro Michel Custódio deixa o Nacional-AM após acesso à Série C Ao lado da filha nos treinos e nas competições, Silvana Barreto destaca a importância do apoio familiar no desenvolvimento da atleta. Apesar dos resultados positivos, ela conta que ainda precisa conversar com outros pais e treinadores para explicar as particularidades do transtorno e enfrentar situações de preconceito. A mãe também desenvolveu uma estratégia própria para lidar com a ansiedade durante as partidas: registrar os jogos em vídeo, o que a ajuda a acompanhar o desempenho da filha e a administrar as emoções. — Muitas vezes, ainda preciso conversar com alguns pais e treinadores, porque existe muito preconceito. Desenvolvi uma técnica para não surtar em quadra: quando ela joga, fico filmando, gravando tudo. Atleta amazonense com autismo encontra no basquete caminho…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.