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Antes de reunião entre Trump e Xi, China pede 'cautela extrema' aos EUA sobre Taiwan

inicio 24/09/2026 às 09:38
Antes de reunião entre Trump e Xi, China pede 'cautela extrema' aos EUA sobre Taiwan
]]> Presidente chinês é recebido por Trump nos EUA antes de reunião oficial nesta quinta A China pediu nesta quinta-feira (24) que os Estados Unidos tenham "cautela extrema" sobre a questão de Taiwan e qualquer venda de armas à ilha asiática horas antes de uma cúpula entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping em Washington D.C. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O porta-voz Jiang Bin também afirmou, em uma entrevista coletiva regular em Pequim, que a relação militar entre EUA e China deveria ser mantida estável, saudável e sustentável. "Deve-se enfatizar que a questão de Taiwan é a mais importante nas relações entre China e EUA, e manter a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan é a maior questão de interesse comum dos dois países", disse Jiang. "Espera-se que o lado americano trate a questão de Taiwan com extrema cautela", acrescentou. O alerta veio apenas horas antes de reuniões bilaterais entre Trump e Xi nesta quinta-feira. Os dois líderes também farão discursos, trocarão presentes e terão um jantar de Estado no Kennedy Center, em Washington D.C., e também na Casa Branca. Xi Jinping faz uma visita de Estado aos EUA pela 1ª vez em quase uma década. Trump recebe XI Jinping em Washington Jonathan Ernst/Reuters As declarações de Jiang também ocorreram horas após o governo de Taiwan ter agradecido aos EUA por seu apoio e dizer que mantinha as comunicações com a Casa Branca antes da cúpula entre Trump e Xi. O alerta lembrou um outro ocorrido em maio, durante visita de Trump à China, quando Xi deu um recado veemente ao presidente norte-americano de que há um risco de um "conflito" entre seus países caso a questão de Taiwan seja mal conduzida. Taiwan é um dos principais pontos de tensão entre as duas potências. A China considera a ilha parte do território chinês, enquanto os Estados Unidos atuam para garantir a autonomia da região. Nos últimos anos, os EUA forneceram armas a Taiwan, o que irritou Pequim. Em resposta, o governo chinês ampliou a presença militar no entorno da ilha, o que também provocou críticas americanas. Embora o governo Trump tenha aprovado em dezembro um pacote de US$ 11 bilhões (cerca de R$ 56,9 bilhões) em armas…
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