Anemia falciforme: jovem curado após transplante e pais de menina de 3 anos em tratamento relatam desafios no Acre
Destaques28/10/2026 às 19:29
]]> Doença falciforme: famílias relatam os desafios da doença no Acre Crises de dores, cuidados constantes, punções intravenosas e internações frequentes fazem parte da rotina de quem convive com anemia falciforme. Nessa terça-feira (27), no Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Doenças Falciformes, o g1 conversou com duas famílias sobre tratamento, rotina, a expectativa pelo transplante de medula óssea, desafios e o apoio da família. 🔎 A doença falciforme é uma condição genética e hereditária que altera a hemoglobina, proteína responsável pelo transporte de oxigênio no sangue. Com a alteração, as hemácias, células responsáveis por transportar o oxigênio, podem assumir o formato de uma foice ou meia-lua. A doença é tratada com medicamentos, mas desde 2018 o Ministério da Saúde permite o transplante de medula óssea de parentes para pacientes mais graves. (Entenda abaixo) 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A família do estudante João Eduardo Albuquerque, de 24 anos, enfrentou anos de angústia e incertezas. A vida dele foi marcada por complicações da doença até ter um recomeço em 2022. Naquele ano, o jovem passou por uma transplante de medula óssea e ganhou uma nova vida. A doadora foi a própria mãe. "Hoje posso viver sem aquelas dores constantes, sem internações frequentes e sem precisar passar por cinco a dez punções intravenosas a cada crise de dor. O transplante de medula óssea me trouxe uma nova vida, com mais tranquilidade, liberdade e esperança", comemorou. Em 2020, a mãe dele, a autônoma Aurineia Albuquerque, de 45 anos, contou ao g1 sobre a busca por uma alternativa para salvar a vida do filho à época, incluindo a tentativa de realizar uma fertilização in vitro para possibilitar o nascimento de um irmão compatível. Seis anos depois, a família celebra a nova realidade. A saúde dele está 90% melhor. Agora podemos deitar e dormir sem pensar que, a qualquer momento, ele vai acordar gritando de dor e teremos que levá-lo ao hospital", destacou. Estudante de medicina João Eduardo Albuquerque celebra a cura da condição após passar por um transplante de medula Arquivo pessoal LEIA MAIS: Mãe tenta fazer fertilização in vitro para salvar vida…
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