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Análise: mortal e imortal, Grêmio de Renato faz o inesperado ao chegar na final da Copa do Brasil

Esportes 08/11/2026 às 08:00
Análise: mortal e imortal, Grêmio de Renato faz o inesperado ao chegar na final da Copa do Brasil
]]> Atlético-MG 1 x 1 Grêmio | Melhores momentos | Semifinal | Copa do Brasil 2026 Mortal e imortal. Mortal porque, em três finalizações nos dois jogos contra o Atlético-MG, balançou a rede três vezes. Imortal porque, em um ano marcado por equívocos e pela briga contra o rebaixamento, o Grêmio conseguiu chegar a uma final de Copa do Brasil, de forma invicta. Nada está ganho, mas se permitir sonhar com vaga na Libertadores, permanência na Séria A e, quem sabe, título, já é uma vitória para quem vive à beira do precipício em 2026. "Como que explica o Grêmio? Copeiro, 10ª final de Copa do Brasil", comemora Queki Quando Renato Portaluppi desembarcou em Porto Alegre em 17 de setembro, pouco ou nada se falava na Copa do Brasil. O técnico encontrou um time desmobilizado, com medo da queda e sob descrédito absoluto com a torcida. Depois de 51 dias, o cenário de caos foi reorganizado pela confiança e, embora a situação do Brasileiro permaneça delicada, o torcedor gremista ganhou um time para acreditar. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Com 2 a 0 de vantagem, o Grêmio se viu encurralado no início de jogo contra o Atlético-MG, neste domingo, na Arena MRV. Sofreu 15 finalizações na etapa inicial e, por sua vez, concluiu em quatro oportunidades. Uma delas, foi no gol. E o Grêmio, definitivamente, tem centroavante — e dos muito bons. Noriega cruzou na cabeça de Carlos Vinicius, que empatou a partida. + Alô, torcida tricolor! O ge Grêmio está no WhatsApp! Renato Gaúcho comentou sobre as críticas que recebeu Renato mexeu no intervalo e tirou Enamorado, amarelado, e Marlon, com dores, para as entradas de Dodi e Caio Paulista. E o time marcou melhor, não necessariamente pelas peças que entraram, mas pelo conjunto ajustado pelo treinador, principal responsável pela classificação. O Atlético-MG acertou a goleira cinco vezes no primeiro tempo. No segundo, três, em total de oito finalizações na meta. Ou seja, teve menos chances na metade final da partida, quando precisou buscar o placar de forma desesperada. Nem mesmo Fred, considerado arma do Galo, apesar de descontado fisicamente, conseguiu transformar a produção do time quando ingressou na etapa final. Veja mais…
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