Análise: Flamengo é incompetente no ataque, não encaixa o jogo nos 180 minutos e cai diante do Estudiantes
Esportes23/10/2026 às 07:00
]]> "Flamengo jogou mal nas duas partidas", analisa Mansur sobre eliminação no Maracanã Favorito pelo investimento e por ser o protagonista na América do Sul nos últimos anos, o Flamengo não conseguiu em nenhum momento provar que merecia carregar esse peso durante os confrontos com o Estudiantes - dois empates por 0 a 0. Se alguns esperavam um embate tranquilo pela óbvia diferença técnica entre os elencos, o que se viu foi a classificação do time que soube implementar melhor sua estratégia de jogo. O clube carioca foi incompetente nos 180 minutos e nas cobranças de pênaltis e pagou caro por isso. + Jardim justifica opções e lamenta queda do Flamengo na Libertadores: "Frustração grande e decepção" O time de Leonardo Jardim sai do confronto em uma disputa de pênaltis com três dos principais líderes do elenco desperdiçando as cobranças. Jorginho, Paquetá e Bruno Henrique erraram os chutes em noite brilhante de Muslera, que demorou praticamente 140 minutos até de fato ser testado - e mesmo assim precisou trabalhar pouco no tempo normal. A única grande chance foi com Plata, já no fim da segunda etapa. Se o grande problema da temporada vinham sendo as finalizações em profusão sem eficiência, desta vez não houve nem oportunidades para contar história. Faltou tudo ofensivamente. Inspiração, técnica, eficiência e capricho. Ninguém se salvou neste quesito, tanto em La Plata quanto no Rio de Janeiro. No primeiro jogo, Bruno Henrique mal viu a cor da bola. No segundo, Pedro apareceu bem duas vezes, mas sumiu no restante do duelo. Os pontas não funcionaram e nem os meio-campistas. Não há nada a se tirar de útil da parte ofensiva. Jorginho lamenta pênalti perdido em Flamengo x Estudiantes Pablo PORCIUNCULA / AFP Nem mesmo um a mais em campo foi capaz de fazer o Flamengo se portar melhor e de fato pressionar o Estudiantes. O time ficou com a bola, mas faltou critividade. Léo Pereira insistiu em cruzamentos sem destino. O nível baixo de poder de jogo assustou em alguns momentos. Os argentinos, que apostaram no jogo físico e fecharam magistralmente os espaços, também souberam fazer o tempo passar. Os cariocas, aparentemente, não entenderam o jogo em nenhum momento. Outro fator a…
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