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Análise dos linfonodos vai confirmar estadiamento do câncer do Papa e definir se ele precisará de outro tratamento; entenda

Destaques 14/10/2026 às 18:13
Análise dos linfonodos vai confirmar estadiamento do câncer do Papa e definir se ele precisará de outro tratamento; entenda
]]> Recuperação do Papa está dentro do previsto, diz Vaticano O estadiamento do câncer de pulmão do Papa Leão XIV, processo que mede o tamanho do tumor e o quanto ele avançou pelo corpo, ainda é desconhecido e será confirmado pela análise do tumor e dos linfonodos retirados na cirurgia de terça-feira (13). É esse resultado, segundo a Associated Press, que dirá se a operação foi suficiente ou se o pontífice, de 71 anos, precisará de tratamento complementar. O Vaticano informou que o adenocarcinoma foi confirmado e que o lobo inferior do pulmão direito foi removido, mas não divulgou o estadiamento. Parte dos linfonodos também foi retirada para exame. Recuperação dentro do esperado Enquanto os resultados não saem, o pontífice evolui sem intercorrências. Exames de sangue e uma radiografia do tórax feitos nesta quarta-feira (14) mostraram recuperação normal, informaram o médico pessoal do Papa, Luigi Carbone, e o cirurgião torácico Stefano Margaritora, em comunicado do Vaticano. Leão XIV já caminha pelo quarto, faz fisioterapia respiratória e voltou a se alimentar normalmente. A cirurgia foi videoassistida, técnica minimamente invasiva que costuma exigir de 15 a 20 dias de recuperação, segundo o radio-oncologista PierCarlo Gentile, do hospital San Pietro Fatebenefratelli, em Roma, que afirma que complicações como infecções são raras. O pulmão que restou, por sua vez, tende a compensar a perda do lobo aos poucos, sobretudo em pessoas saudáveis e ativas, e o Papa é conhecido por jogar tênis e nadar toda semana. Arte g1 Onde a doença costuma aparecer primeiro Os linfonodos, também conhecidos como gânglios, são pequenas estruturas do sistema de defesa espalhadas pelo corpo. Funcionam como pontos de passagem para as células do câncer quando elas começam a sair do pulmão, e por isso a presença ou a ausência de células doentes ali pesa tanto na classificação da doença. O oncologista Stephen Stefani, oncologista do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, resume o que falta saber: além do tamanho do tumor, é preciso confirmar se há uma ou mais lesões no pulmão e se os linfonodos estão comprometidos. Boa parte dessa investigação acontece antes da operação. Exames…
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