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Jovem Rio News

Além de Christa Pike, conheça outros casos de execuções malsucedidas nos EUA

Rio de Janeiro 02/10/2026 às 10:37
Além de Christa Pike, conheça outros casos de execuções malsucedidas nos EUA
]]> Christa Pike se tornou a primeira condenada à morte a sobreviver a uma injeção letal — duas doses foram aplicadas, na noite de quarta-feira (30/9), mas ela resistiu e foi levada em estado grave a hospital no Tennessee (EUA). A americana é apenas o caso mais recente de uma uma longa e macabra história de execuções malsucedidas: desde a cabeça de um assassino de policiais que pegou fogo até executores embriagados durante o serviço. Segundo o Death Penalty Information Center, cerca de 3% de todas as execuções nos EUA no período entre 1890 e 2010 apresentaram falhas. O maior número — 85 casos — ocorreu em enforcamentos mal-executados, incluindo o de 1901 do fora da lei Tom Ketchum, mais conhecido como Black Jack, cuja cabeça se desprendeu completamente do corpo durante a queda, pois os executores não haviam levado em conta o quanto ele havia engordado na prisão. As execuções por cadeira elétrica ocuparam o segundo lugar, com vários incidentes em que a cabeça dos condenados pegou fogo. Em 1990, a cabeça de Jesse Tafero, um assassino de dois policiais da Flórida, incendiou-se quando os operadores da cadeira elétrica tentaram, sem sucesso, enviar descargas de energia pelo corpo dele. Eles haviam usado, por engano, uma esponja sintética não condutora sob o eletrodo da cabeça, transformando-o num curto-circuito humano. Sonia Jacobs, a companheira de Jesse, também foi condenada à morte pelo crime, mas teve a sentença convertida em prisão perpétua. Sete anos depois, a cabeça de outro condenado na Flórida também pegou fogo. Jesse Tafero Reprodução "Pedro Medina... foi declarado morto às 7h10 da manhã, mas não antes que um funcionário da prisão, usando luvas de proteção, ajudasse a apagar as chamas que saíam da cabeça do condenado, e que tanta fumaça invadisse a câmara de execução a ponto de uma janela para o exterior ter de ser aberta", escreveu o "LA Times" em 1997 sobre o episódio. A injeção letal — concebida para ser uma forma moderna e humana de executar assassinos — registrou 75 tentativas malsucedidas até 2010. O sangue de Clayton Lockett, estuprador e assassino, espirrou sobre o médico que tentava inserir uma agulha de injeção letal na região da virilha dele em…
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