Ajulliacosta celebra raízes no rap e destaca força do Afropunk: 'Só a gente para olhar para a gente com tanta sensibilidade'
Destaques07/11/2026 às 08:00
]]> Como AJULLIACOSTA quer ser lembrada? Aos 14 anos, enquanto escrevia em um caderno em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, a rapper Ajulliacosta não imaginava que, aos 28, estaria subindo pela segunda vez no palco do Afropunk Brasil. O evento é considerado o maior festival de cultura negra do mundo e acontece nos dias 7 e 8 de novembro, no Parque de Exposições Salvador. A volta da cantora ao festival, três anos após sua primeira apresentação, acontece em um momento de maior amadurecimento. "Eu volto com mais maturidade, eu volto até com uma certa gratidão pelo festival, porque, a partir dele, me abriu muitas portas", disse em entrevista ao g1. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia A preparação envolve diferentes elementos da apresentação, como balé, figurinos, estrutura de palco e participações especiais. A artista preferiu não revelar detalhes sobre as surpresas previstas para o show, mas afirmou que trabalha para transformar a apresentação em uma experiência especial tanto para o público quanto para a própria trajetória. Ajulliacosta celebra raízes no rap, destaca força do AFROPUNK Brasil e se prepara para o Grammy Latino Divulgação A relação com o festival, no entanto, vai além da oportunidade de cantar em um grande evento. Para a rapper, o Afropunk tem um papel importante ao criar um ambiente em que artistas negros podem ser reconhecidos a partir de referências culturais e de uma sensibilidade que nem sempre encontram em outros espaços. "Só a gente para olhar para a gente com tanta sensibilidade". Para Aju, como é carinhosamente chamada pelos fãs, a identificação entre artistas e público é uma das características centrais do festival, que celebra seus corpos, suas estéticas e suas referências sem precisar se adaptar a padrões externos. A rapper ainda destaca que a moda, a música e as diferentes expressões individuais se encontram e formam um movimento coletivo de pertencimento. "É um momento onde a gente se sente à vontade, onde a gente pode ser livre com o nosso corpo, com a nossa estética. É onde a moda tá muito presente também e cada um vai trazendo a sua referência, sabe? E ali cria um grande movimento", explicou. Outro ponto…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.