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Advogado preso após fazer a própria defesa no TJMG: o que se sabe e o que falta esclarecer

Destaques 08/10/2026 às 07:00
Advogado preso após fazer a própria defesa no TJMG: o que se sabe e o que falta esclarecer
]]> Advogado está preso por atuação irregular Um homem que atuava como advogado mesmo com o registro profissional cancelado foi preso após fazer a própria defesa em uma audiência virtual do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A participação dele chamou a atenção de um desembargador, que pesquisou seu histórico e descobriu irregularidades. Antônio Carlos Cabral Coelho está preso desde 28 de agosto e foi indiciado pela Polícia Civil por fraude processual, estelionato e exercício irregular da profissão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Segundo a Corregedoria do TJMG, o nome dele aparece como representante em mais de 2.300 processos. A atuação irregular pode levar à anulação de casos já concluídos e causar prejuízos aos clientes. Veja, ponto a ponto, o que se sabe e o que ainda falta esclarecer sobre o caso: Quem é o homem investigado? Como o caso foi descoberto? Quais irregularidades foram identificadas? Em quantos processos o nome dele aparece? Como ele continuava acessando os sistemas da Justiça? Os processos podem ser anulados? Como verificar a situação de um advogado? O que falta esclarecer? Quem é o homem investigado? Antônio Carlos Cabral Coelho atuava como advogado apesar de ter a inscrição na OAB de Minas Gerais cancelada desde 2020. Segundo o presidente do Tribunal de Ética da OAB-MG, Donaldo José de Almeida, ele responde a mais de 20 processos disciplinares. Antônio Carlos também havia sido condenado por se apropriar indevidamente de mais de R$ 5 mil de um cliente. Foi ao fazer a própria defesa nesse caso que a atuação irregular começou a ser descoberta. Antônio Carlos Cabral Coelho foi indiciado pela Polícia Civil por fraude processual, estelionato e exercício irregular da profissão Reprodução/TV Globo Como o caso foi descoberto? Antônio Carlos participou de uma audiência virtual do TJMG durante o julgamento de um pedido de revisão criminal da condenação por apropriação indébita. A situação chamou a atenção do desembargador Eduardo Machado, do 3º Grupo de Câmaras Criminais do tribunal, que decidiu pesquisar o histórico dele. “Não é bem visto que um advogado compareça diante de quase 15 desembargadores fazendo sustentação…
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