Advogado de veterinária ré no caso do sangue de gatos em Monte Alto, SP, diz que ela nunca foi ouvida e critica redes
Destaques26/09/2026 às 18:32
]]> Quem são os veterinários que viraram réus no processo que apura a venda de sangue de gato A defesa de uma das duas veterinárias que viraram rés no caso da venda clandestina de sangue de gatos em Monte Alto (SP) se manifestou publicamente pela primeira vez. Em entrevista ao g1, o advogado sustentou que ela não tinha controle sobre a coleta que terminou em flagrante e que, quase um ano depois dos fatos, nunca foi ouvida na investigação. "Desde outubro, há quase um ano, ela nunca foi ouvida. Nunca", afirmou o advogado Daniel Seixas Rondi, que representa Thaís Daniele Antonussi, de 34 anos, apontada pelo Ministério Público (MP) como uma das chefes do grupo. Ele também critica a forma como o caso repercutiu nas redes sociais e diz que a cliente vem sendo julgada antes de poder se defender. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Thaís Daniele Antonussi é ré no caso da coleta clandestina de sangue de gatos em Monte Alto Reprodução/Redes Sociais A entrevista foi concedida um dia depois de a Justiça de Monte Alto negar todos os pedidos que o MP havia feito contra ela, entre eles a suspensão do registro profissional. "Ela nunca foi ouvida" A queixa se confirma nos autos. A polícia expediu duas cartas precatórias à delegacia de São José do Rio Preto para localizá-la e ouvi-la, em outubro de 2025 e maio de 2026, em endereços diferentes. As duas voltaram sem sucesso. Em maio, ao oficiar a delegacia de Rio Preto, o delegado Marcelo Lorenço dos Santos registrou que ela "sequer foi localizada para prestar declarações". No relatório final, em agosto, anotou que a investigada não foi encontrada nos endereços diligenciados, "o que não obsta o indiciamento". Ela foi indiciada sem nunca ter dado sua versão. A defesa afirma que isso não aconteceu por falta de tentativa dela. Rondi juntou ao processo uma petição assinada em 14 de outubro de 2025, dirigida a um delegado de São José do Rio Preto, em um inquérito paralelo. No documento, anexa procuração, justifica a ausência dela a uma oitiva marcada e pede nova data. Segundo ele, a remarcação nunca veio, e não há registro de nova convocação nos autos. "É incoerente. A promotora sabe que a ela tem rede social, tem…
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