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Advogado de Garotinho aparece em sistema do TSE como autor de parecer do MP Eleitoral que concorda com desistência na eleição

Rio de Janeiro 07/10/2026 às 11:13
Advogado de Garotinho aparece em sistema do TSE como autor de parecer do MP Eleitoral que concorda com desistência na eleição
]]> O advogado Marcello Dias de Paula, que representa o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), aparece no sistema da Justiça Eleitoral como autor do parecer usado pelo Ministério Público Eleitoral para concordar com o pedido apresentado por Garotinho para desistir de concorrer ao governo do Rio. O caso envolvendo o ex-governador vai ser julgado pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na quinta-feira. Saiba mais: TSE julga nesta quinta-feira caso de Garotinho que pode definir se haverá segundo turno no Rio Leia a entrevista: Garotinho ironiza Paes como 'advogado de defesa', critica adversários e se nega a responder críticas de Anitta A informação, divulgada pelo Estado de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO, consta nas propriedades do documento anexado no sistema do tribunal. A manifestação é assinada pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, mas apresenta o nome do advogado no campo destinado à autoria do arquivo. Propriedades do documento do MP Eleitoral sobre Garotinho Reprodução A defesa do candidato Eduardo Paes (PSD) registrou uma ata notarial ainda na última terça-feira mostrando que o advogado de Garotinho aparece como autor da peça do MP. Ao "Estado de S. Paulo", Espinosa disse que não conhece Marcello e que provavelmente foi um erro técnico do sistema. “Eu estava trabalhando no parecer do caso desde a semana passada e o documento foi elaborado em meu computador”, afirmou. Já o defensor Marcello Dias de Paula disse que não elaborou o documento. “Eu nego categoricamente que tenha feito o documento. Inclusive, o parecer é contrário à aquilo que eu defendi no processo, porque a PGE quer o Garotinho inelegível, e eu defendo que ele seja mantido elegível”, afirmou. Entenda o caso Garotinho foi considerado inelegível pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) em função de uma condenação por improbidade administrativa, mas conseguiu concorrer porque ainda havia um recurso pendente de análise no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os voto foram computados na eleição como "sub judice", mas foram levados em consideração na contagem dos votos válidos dos demais candidatos, como prevê a lei. Na segunda-feira, no entanto,…
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