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Advogado de Fernandinho Beira-Mar é investigado por apropriação indébita e estelionato após denúncia de clientes

Destaques 02/11/2026 às 07:00
Advogado de Fernandinho Beira-Mar é investigado por apropriação indébita e estelionato após denúncia de clientes
]]> Registro da OAB de Raphael Smith aparece como regular Reprodução O advogado Raphael Brito Smith da Silva, que representa Fernandinho Beira-Mar e familiares do traficante em processos judiciais, é investigado em pelo menos dois casos após clientes denunciarem que pagaram por serviços jurídicos que não teriam sido prestados. Em um dos casos, um músico diz ter perdido R$ 11 mil ao contratar o profissional para regularizar o pagamento da pensão alimentícia da filha. Em outro, uma mulher afirma ter desembolsado mais de R$ 4 mil por uma ação contra uma empresa de imobiliária que nunca foi aberta. No caso do músico, registrado em setembro deste ano, a Polícia Civil investiga uma denúncia de apropriação indébita. Já no episódio envolvendo a ação imobiliária, o advogado foi indiciado por estelionato e patrocínio infiel após a conclusão de um inquérito policial em 2025. O procedimento foi encaminhado novamente ao Ministério Público depois de novas diligências. O g1 entrou em contato com o advogado, mas não havia tido retorno até a publicação desta reportagem. Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Agora no g1 Músico pagou R$ 11 mil para regularizar pensão da filha O músico procurou o advogado para resolver questões relacionadas ao pagamento da pensão alimentícia da filha. Segundo o relato feito à polícia, ele entregou ao advogado pelo menos R$ 11 mil e acreditava que os valores estavam sendo depositados em uma conta judicial. O homem diz que descobriu que os pagamentos não estavam sendo feitos depois de ser cobrado pela mãe da menina. Segundo ele, a mulher não recebia a pensão havia três meses, apesar de o advogado afirmar que havia realizado as transferências. O músico registrou um boletim de ocorrência às pressas, segundo seu relato, para comprovar que acreditava estar cumprindo a obrigação alimentar. A ocorrência foi inicialmente registrada como apropriação indébita. De acordo com a 34ª DP (Bangu), responsável pelo caso, a investigação está em andamento e é acompanhada pelo Ministério Público. Diligências são realizadas para apurar os fatos. Mulher diz que pagou por ação que nunca foi aberta Em outro caso, registrado em 2025, uma mulher afirma ter…
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