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Advogado amigo de Flávio Bolsonaro pede para Justiça remover posts de Richarlison sobre disputa de mansão na Ilha Comprida

Rio de Janeiro 21/10/2026 às 18:46
Advogado amigo de Flávio Bolsonaro pede para Justiça remover posts de Richarlison sobre disputa de mansão na Ilha Comprida
]]> O advogado Willer Tomaz, amigo do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), entrou com uma ação na Justiça na qual pede a remoção de conteúdos publicados nas redes sociais pelo jogador de futebol Richarlison de Andrade sobre uma disputa entre os dois por uma mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ). Intenções de voto, indecisão e 'medo de Bolsonaro': os reflexos do discurso sobre Bolsa Família na pesquisa Quaest Entenda: escritório de Flávio recebeu R$ 4 milhões de banca de advogado semanas antes de Senado analisar seu nome para órgão do MP Em publicações em seu Instagram, feitas em julho, Richarlison afirma que adquiriu o imóvel, mas que ele lhe foi "tomado", o que Willer alega ser mentira. O advogado diz que possui a posse do bem de forma regular, e que isso já foi reconhecido em decisões judiciais. Ele pediu, com urgência, a remoção dos conteúdos e a abstenção de novas publicações de idêntico teor, sob pena de multa. A Justiça, porém, negou o pedido de urgência em agosto, sob alegação de que as postagens do jogador haviam sido feitas nos Stories da rede social Instagram e que o conteúdo desaparece em 24 horas. Um outro vídeo, publicado fora da conta de Richarlison, já havia sido apagado. Entenda a disputa A disputa remete a 2020, quando o atacante brasileiro, que joga pelo Tottenham Hotspur, da Inglaterra, afirma ter investido R$ 10 milhões para adquirir a mansão na ilha, por meio de uma empresa da qual é sócio. O jogador afirma que, enquanto ainda discutia a documentação, Flávio Bolsonaro demonstrou interesse no imóvel, mas ele se recusou a vendê-lo. O senador nega qualquer relação com o imbróglio. Ele chegou a visitar o local e foi incluído como testemunha no processo que discute a posse da casa. Já Willer afirma ter adquirido regularmente os direitos de ocupação da ilha, bem como uma casa localizada nela, por meio da empresa WT Administração de Imóveis. Segundo ele, Richarlisson pagou a posseiros, e não à real proprietária do imóvel em Angra dos Reis. Conforme o advogado, por essa razão a empresa ligada ao jogador foi derrotada em todas as instâncias, inclusive no Superior Tribunal de Justiça (STJ). "Dizer que a ilha foi 'tomada' ou que houve golpe…
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