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Jovem Rio News

Advogada acusada de desviar dinheiro de idosa tem prisão convertida em preventiva

Rio de Janeiro 04/10/2026 às 10:00
Advogada acusada de desviar dinheiro de idosa tem prisão convertida em preventiva
]]> A Justiça do Rio converteu em prisão preventiva, neste sábado (3), a prisão em flagrante da advogada Jéssica Cabral Barradas, de 35 anos, investigada por supostos desvios do patrimônio de uma idosa que morreu em 2019. Jéssica havia sido presa na sexta-feira (2) por policiais da 37ª DP (Ilha do Governador), durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em sua casa, no Cacuia, na Ilha do Governador. A decisão foi tomada durante audiência de custódia. Gratuidade: Transportes no Rio terão tarifa zero no dia da eleição; veja como será a operação no domingo Coletivo seguia para São Gonçalo: Passageiros são assaltados dentro de ônibus na Ponte Rio-Niterói Ao determinar a preventiva, o juiz considerou que havia risco de reiteração de crimes e de interferência na investigação. Segundo a decisão, durante a busca foram encontrados documentos oficiais da idosa, além de outros bens pessoais cuja possível ligação com o patrimônio dela ainda será apurada. Entre os documentos apreendidos estavam a certidão de óbito e a carteira de identidade originais da idosa. Segundo o processo, o filho da idosa havia solicitado os documentos à advogada reiteradamente, mas não os recebeu. Ele chegou a providenciar uma segunda via da certidão de óbito para tratar de um seguro. A operação também apreendeu joias, relógio, acessórios e um jogo de talheres dourados. A Justiça ressalta que a correspondência desses objetos com bens da idosa ainda depende de reconhecimento e apuração. Durante a busca, o celular da advogada foi encontrado dentro do ralo do banheiro, depois de mais de uma hora de procura, segundo o registro policial. Na decisão, o juiz também citou a relação de proximidade entre Jéssica e a família da idosa e mencionou a existência de um inquérito em curso por suposta coação. Para o magistrado, esses elementos indicam risco à integridade da investigação caso a advogada permanecesse em liberdade. A defesa pediu o relaxamento da prisão ou, alternativamente, a liberdade provisória. Os pedidos foram negados. O juiz considerou que medidas cautelares alternativas à prisão não seriam suficientes. Também rejeitou a alegação de que a prisão estaria relacionada ao exercício da…
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